
O Presidente - Instituto Acende Brasil critica o descumprimento do tratado de Itaipu, defendendo o retorno à tarifa por custo para baratear a energia. Ele cobra uma negociação diplomática mais assertiva por parte do governo e apela ao Congresso para que fiscalize e exija maior transparência contábil na gestão binacional.
O Presidente - Instituto Acende Brasil criticou a expansão dos custos socioambientais de Itaipu, que cresceram significativamente sem autorização do Congresso. Argumentou que o consumidor brasileiro arca com 80% das despesas, enquanto projetos sem relação direta com a usina ou a governança adequada são financiados, questionando a legitimidade e a prudência desses gastos.
O Presidente - Instituto Acende Brasil apresentou estudo sobre tecnologias de armazenamento de energia, destacando a maturidade das hidrelétricas reversíveis e baterias para garantir a estabilidade e flexibilidade do sistema elétrico nacional. Reforçou a necessidade de aceleração regulatória pela ANEEL e apelou por apoio orçamentário para viabilizar esses projetos.
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