
Depois do bate-papo, DIRETOR DA COORDENAÇÃO DE TRANSMISSÃO incentivou a tomar a mudança empreendedora, aproveitar conhecimentos adquiridos, e participar/mobilizar na cidade. Encerrou agradecendo aos deputados e participantes.
Considerações finais da deputada Bia Kises.
Diretor da Coordenação de Transmissão finalizando e cedendo a palavra ao deputado Júlio César, depois à deputada Ana Pimentel.
Tem que limitar discursos em três minutos para encerrar a reunião a tempo e cumprir agenda do plenário. começar pelas mulheres, primeiro Ana Pimental e depois Marcel Vanrato.
Tempo acabando, dois deputados chegaram: Júlio César do PSD do Piauí e Marcelo Van Hatten do Novo do Rio Grande do Sul. Diretor da Coordenção de Transmissão solicita consideração final de todos, incluindo Patroz Ananias sobre educação.
Deputado Kim começa ou deputado? Bom vamos lá.
DIRETOR DA COORDENAÇÃO DE TRANSMISSÃO propôs que Marcelo Belchior fala e, após interrupção, sugere que Luiz Felipe Xavier também fale antes da consideração final dos deputados.
Tempo encerrou; Diretor de Transmissão passa a palavra a deputados para considerações finais antes de ir ao plenário. Permanecem duas perguntas da deputada Rapininho.
Obrigada. O deputado Kim Kataguiri inclusive relatou projeto de licenciamento ambiental aí, quer falar deputado?
Reconhecimento ao prestígio da cobertura jornalística, com múltiplos pontos de vista e conclusões próprias, convite a acompanhar débates. Mensagem dirigida a Gabriela Regini.
O deputado discute a importância da infância e adolescência no parlamento.
Hoje na Câmara dos Deputados, múltiplas transmissões ao vivo e deputados chegando e saindo, incluindo Kim Kataguiri do União de São Paulo. Pergunta da Beatriz de Mato Grosso será respondida por Carolina Vargas.
E ela nos permite falar sobre temas que a gente não tem a oportunidade de falar todos os dias aqui na Câmara e também por dividila com a Sama, Sâmia que é uma deputada com quem eu tenho muita afinidade política e pessoal. Eu sou fruto e todos nós somos dos tempos e da história que nós vivemos, e sou filha de família de trabalhadores, ou seja, pessoas que acordavam cedo para trabalhar e conseguia a sua sobrevivência cotidiana. Então vivia as contradições que imagino que parte significativa de vocês viveram, né? Tem pai que tinha que trabalhar muito, uma mãe que trabalhava muito, e vendo dois tipos de desigualdades muito fortes no nosso país. Primeiro a desigualdade entre ricos e pobres, ou seja, uma maioria trabalha para produzir o que nós todos compartilhamos no dia a dia, uma minoria ganha lucro em cima deles, que é o que é a minha família. E uma outra desigualdade que é a desigualdade entre homens e mulheres, ou seja, mulheres que fazem o trabalho cotidiano do cuidado que nós sabemos que em grande parte na nossa sociedade não é remunerada e não é valorizada. E nessa desigualdade entre tanto a desigualdade econômica como a desigualdade de gênero ela é hierarquizada e colocada dentro da política. Não à toa nós temos o mundo político e a Câmara dos Deputados se reverbera isso majoritariamente de homens brancos ricos. Isso não é por acaso, isso é fruto das desigualdades que nós temos no nosso país. Então eu tive a oportunidade de sair do interior de Minas Gerais e para uma cidade média, estudar numa universidade pública, diferentemente de todos os meus familiares, eu fui a primeira a fazer universidade pública e diferentemente inclusive de todos os meus primos, eu fui a primeira a fazer mestrado, a primeira doutorado porque a gente tinha políticas públicas que garantiam isso. E pude conhecer o movimento estudantil que foi uma virada fundamental, ou seja, o início da minha trajetória política tem a ver com o que boa parte de vocês deve viver que é na universidade conhecendo a militância estudantil e tive também oportunidade de conhecer o feminismo dentro da universidade. E colocar essas duas bandeiras que é de verdade o enfrentamento à desigualdade econômica, o enfrentamento à pobreza, o combate à pobreza e o enfrentamento à desigualdade entre homens e mulheres. E nesse sentido a gente se colocar, né, porque nós mulheres todos os dias, assim como eu tenho certeza que vocês vivenciam, nós somos desestimuladas a ocupar esse espaço e não só desestimuladas como nós somos constrangidas a provar todos os dias que conseguimos o fazer o que nós sabemos que que nós conseguimos fazer muito bem. Então passei por todas as situações que é enfrentar o universo público, passar por experiências de machismos cotidianos, de machismos tanto por professores, alunos, depois eu me tornei professor universitário que é a profissão que orgulhosamente exerço hoje, e, enfim, lidar com esse desafio que é todas as vezes que a mulher entra no cenário público ela é cotidianamente desestimulada e sofre diversos tipos de violência política como a Sâmia muito bem colocou. Agora nós temos uma virada e que a geração de vocês é muito fundamental. Vocês têm uma relação que já é uma relação mais igualitária, vocês mulheres já se colocam muito mais e eu sei que isso é fruto das gerações que vieram anteriores, inclusive a minha, que colocaram a importância da gente construir mulheres e homens. Aqui na Câmara a gente tem momento hoje de maior participação de mulheres, é muito interessante nós termos sim uma articulação forte entre as mulheres e que possibilita a gente também construir condições pra que várias outras cheguem. O que eu acho que é fundamental pra concluir é que a gente coloca no centro a construção da igualdade, e construir a igualdade de fato passa por a gente acabar com a desigualdade, que é a divisão desigual do trabalho que ainda persiste e é permanente na nossa sociedade. Então eu sou muito otimista com o futuro que nós temos adiante.
Diretor da Coordenação de Transmissão apresenta deputados e refere a CPI como instrumento de investigação com poder de polícia, resultados encaminhados às autoridades. Menciona pergunta pendente e deputada Ana Luiza Porpino.
Celebração de 35 anos de transmissão, agradecemos a colaboração, prazer compartilhar, menção a Deputado Patos Ananias.
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