
O Superintendente Executivo do Instituto Unibanco defende a implementação de sistemas de avaliação locais e estruturados que permitam diagnosticar falhas, corrigir rotas com base em evidências e promover uma responsabilização que considere a heterogeneidade regional e os custos reais das metas educacionais, superando a cultura de apenas planejar sem analisar resultados.
O Superintendente Executivo do Instituto Unibanco defende que a responsabilização na educação deve focar no apoio técnico e na cooperação, evitando um modelo punitivo que gere inibição dos gestores. Enfatiza a necessidade de superar o "apagão das canetas" por meio de sistemas de monitoramento e avaliação focados na ciência da implementação, na corresponsabilidade entre entes federados e na qualificação cidadã, priorizando o incentivo em vez da punição.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.