
O Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Brasil questiona os custos logísticos do novo decreto, alerta para a ameaça de empreendimentos aos territórios tradicionais e reivindica participação ativa e autônoma da pesca artesanal nas discussões do PEM.
O Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Brasil contesta o Decreto 12.527 e a Medida Provisória 303, por considerá-los prejudiciais aos direitos da categoria, especialmente quanto ao seguro-defeso, à burocratização documental e à transferência de competências para prefeituras sem estrutura. O movimento solicita a revisão dessas normas com a participação social e o fortalecimento do Ministério da Pesca.
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