
O Promotor de Justiça e Coordenador do Cyber GAECO - Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) defende a urgência de medidas legislativas para proteger crianças no ambiente digital, destacando a internalização da Convenção de Budapeste e a alteração da competência processual penal, além de propor o combate à exploração sexual por inteligência artificial.
O Promotor de Justiça e Coordenador do Cyber GAECO - Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) defende a adesão do Brasil ao segundo protocolo adicional da Convenção de Budapeste e a alteração do Código de Processo Penal para fixar a competência de investigações de crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes no domicílio da vítima, visando maior celeridade e eficácia na proteção das vítimas.
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