
O Diretor-Executivo da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres - ABRATEC defende a transferência da gestão de treinamentos ao SEST/SENAT para otimizar a qualificação profissional e critica o modelo legal vigente, que dificulta contratações e limita o acesso de trabalhadores às vagas disponíveis.
O Diretor-Executivo da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres - ABRATEC apoia integralmente a proposta da FENOP, destacando que o plano de demissão valoriza o trabalhador experiente e preserva a prioridade na contratação de avulsos.
O Diretor-Executivo da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres - ABRATEC afirma que equipamentos parados prejudicam tanto o capital investido quanto a produtividade dos terminais.
O Diretor-Executivo da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres - ABRATEC defende o vínculo empregatício CLT para garantir a continuidade operacional 24/7 e critica a cláusula de exclusividade, que causa a paralisação de equipamentos e prejuízos ao setor.
O Diretor-Executivo da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres - ABRATEC defende que a alocação de recursos em programas portuários deve ser planejada, alertando que a taxação de 1% sobre a receita representa um impacto expressivo de até 15% na rentabilidade do setor.
Obrigado, amigo. Um abraço.
O Diretor-Executivo da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres - ABRATEC defende a eletrificação dos veículos portuários via financiamento federal e posiciona-se contra a transferência obrigatória de receitas e outorgas das autoridades portuárias para municípios, priorizando o investimento na infraestrutura dos portos.
O Diretor-Executivo da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres - ABRATEC destaca que o setor utiliza matriz energética limpa e defende um programa governamental para descarbonizar o transporte rodoviário que acessa os portos.
O Diretor-Executivo da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres - ABRATEC defende a descentralização da gestão portuária para aumentar a eficiência e o investimento. Defende a autonomia das autoridades locais, a ampliação dos prazos contratuais e a inclusão dos portos secos sob regulação da ANTAQ para garantir equilíbrio competitivo.
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