
O Participante denuncia o descaso e o mau atendimento do Estado às famílias de vítimas de violência, reforçando a responsabilidade estatal na falha da segurança pública, independentemente de o crime ser cometido por policiais ou criminosos, e reafirma seu compromisso na busca por justiça e memória.
O Participante defende que o desaparecimento forçado é uma forma contínua de tortura familiar, criticando a conivência e a omissão do Estado, que frequentemente negligencia o registro imediato de ocorrências, prejudicando investigações e a busca por justiça e memória.
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