
A COORDENADORA DO GTPI/REBRIP E ADVOGADA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA INTERDISCIPLINAR DE AIDS defende a quebra de patente e a produção nacional do Lenacapavir, ressaltando a importância do fármaco na prevenção, o financiamento público de seu desenvolvimento e a necessidade de uma decisão política humanitária para garantir o acesso ao tratamento.
A COORDENADORA DO GTPI/REBRIP E ADVOGADA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA INTERDISCIPLINAR DE AIDS aponta que o sistema de patentes de medicamentos atua como barreira ao SUS, perpetuando monopólios e preços abusivos. Defende o uso de licenças compulsórias, transparência contratual e a retomada da engenharia reversa para garantir o acesso universal a antirretrovirais, como o lenacapavir, priorizando a saúde pública frente aos lucros das farmacêuticas.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.