
O Procurador Regional da República do Ministério Público Federal elogia o mérito do projeto de valorização da educação, mas alerta para obstáculos técnicos na Lei de Improbidade Administrativa. Ressalta que as reformas de 2021 restringiram a punição a gestores dolosos e reduziram o rigor das sanções, podendo limitar a eficácia do projeto na prática.
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