
A Coordenadora-Geral de Prevenção às Condições Crônicas na APS - Ministério da Saúde - MS anunciou o lançamento de um painel de dados que cruza desonerações tributárias com indicadores sociais, ambientais e produtivos para análise de impacto de políticas públicas.
A Coordenadora-Geral de Prevenção às Condições Crônicas na APS - Ministério da Saúde - MS ressalta a importância do debate sobre saúde pública e a complexidade de temas que envolvem gastos do setor. Destaca que o impacto dos alimentos ultraprocessados na saúde da população gera custos anuais de, no mínimo, 3 bilhões de reais ao SUS, reforçando que o foco da atuação ministerial vai além da economia, priorizando a garantia de dignidade e o acesso a alimentos saudáveis e de qualidade para a população.
A Coordenadora-Geral de Prevenção às Condições Crônicas na APS do Ministério da Saúde apresentou as estratégias e programas da pasta voltados à alimentação saudável, prevenção da obesidade e promoção da saúde. Destacou inquéritos nacionais, como ENANI, PENSE e POF, e sistemas como o SISVAN, que subsidiam políticas públicas. Enfatizou programas como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa Saúde na Escola (PSE), bem como a importância da regulação de alimentos, rotulagem e apoio a políticas fiscais para bebidas açucaradas, integrando ações intersetoriais para fortalecer o cuidado na Atenção Primária.
A Coordenadora-Geral de Prevenção às Condições Crônicas na APS - Ministério da Saúde - MS destacou que as doenças respiratórias crônicas, como a DPOC, são um grave problema de saúde pública global, tendo o tabagismo como principal fator de risco. Ressaltou o investimento na atenção primária e estratégias de fortalecimento do diagnóstico precoce, qualificação profissional, controle do tabagismo e uso de tecnologia para ampliar o atendimento aos pacientes.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.