
O Presidente da Associação Brasileira de Criminalística defende a autonomia administrativa e o investimento próprio para a perícia oficial, argumentando que a integração entre forças não exige subordinação e que a independência do órgão é essencial para a eficiência e o cumprimento de compromissos internacionais.
O Presidente - Associação Brasileira de Criminalística defende a constitucionalização e a autonomia administrativa, técnica e funcional das polícias científicas, buscando sua desvinculação das polícias civis para garantir isenção na produção da prova pericial, conforme entendimento do STF e normas internacionais.
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