
O Representante da CNTT defende o sindicato como coletivo de trabalhadores, sem distinção de gênero na representação da categoria.
O Representante da CNTT defende a correta classificação das empresas de aplicativos como prestadoras de serviços de transporte e dos motoristas como trabalhadores não autônomos, propondo a figura do "intermitente plataformizado". Defende o acesso a direitos básicos, como férias e 13º salário, a importância da negociação coletiva com força vinculante e o fim dos bloqueios imotivados por algoritmos, baseando as decisões do projeto em dados reais e números concretos.
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