
O setor formal de cachaça defende controles mais eficientes contra a falsificação, mas ressalta que o antigo SICOB era ineficaz, monopolista e inaplicável ao setor. Defende-se o endurecimento das penas, a integração entre órgãos fiscalizadores, o controle rigoroso de insumos como o álcool e o combate à venda em marketplaces, desvinculando totalmente a produção legal da atividade criminosa.
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