
Professora - Universidade Presbiteriana Mackenzie defende uma regulamentação específica para o trabalho em plataformas, descartando o modelo tradicional de subordinação (CLT) e a presunção de vínculo empregatício. Argumenta que o modelo deve ser considerado *sui generis*, priorizando a segurança jurídica, o trabalho digno e a criação de um sistema previdenciário adequado à realidade dos trabalhadores, em vez de focar apenas na classificação jurídica.
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