
O Membro do Comitê de Pessoas com Deficiência no âmbito Judicial - CNJ defende que o direito à saúde e tratamentos essenciais prevalecem sobre o lucro dos planos, criticando a exclusão de dependentes e a omissão regulatória, enquanto reforça o papel do Judiciário na proteção constitucional das pessoas com deficiência.
O Membro do Comitê de Pessoas com Deficiência no âmbito Judicial - CNJ aponta que a discussão sobre a cobertura de terapias é motivada por interesses financeiros e critica a falta de transparência das operadoras e da ANS, além da omissão da agência na fiscalização contra recusas indevidas que impactam vidas.
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