
O Defensor Público Federal, participante do projeto "Mapeando a Vigilância Biométrica - Levantamento Nacional sobre o uso do reconhecimento facial na segurança pública - Defensoria Pública Federal", alerta para os riscos do reconhecimento facial, destacando o viés racial, a falta de transparência, a ineficácia técnica, as ameaças à soberania digital e o uso da tecnologia como ferramenta de controle social contra liberdades democráticas.
O Defensor Público Federal, participante do projeto "Mapeando a Vigilância Biométrica - Levantamento Nacional sobre o uso do reconhecimento facial na segurança pública - Defensoria Pública Federal", apresentou um levantamento inédito sobre a expansão do reconhecimento facial no Brasil. O relatório destaca a falta de regulação, riscos à privacidade, vieses discriminatórios contra grupos vulneráveis e a ausência de transparência na contratação de empresas privadas, que muitas vezes operam sem o devido controle ou comunicação à Autoridade Nacional de Proteção de Dados.
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