
O Diretor-Presidente da Praticagem do Brasil defende o modelo não concorrencial e a escala de rodízio como pilares essenciais para a segurança da navegação, disponibilidade contínua do serviço e controle estatal. Argumenta que os investimentos em tecnologia e treinamento viabilizam a operação de navios maiores e sustenta que o custo do serviço possui impacto irrelevante no frete final, estando o quadro de práticos devidamente ajustado à demanda atual.
O Diretor-Presidente da Praticagem do Brasil apresentou o histórico regulatório da atividade desde 1808, destacando a conquista da estabilidade jurídica com a Lei 14.813. Ressaltou a eficiência operacional, o compromisso com a segurança da navegação e a colaboração essencial do setor para a infraestrutura portuária brasileira.
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