
O advogado renunciou ao mandato por entender que não possui condições de exercer a defesa técnica e que o devido processo legal não está sendo respeitado.
O advogado defendeu a inviolabilidade de suas prerrogativas profissionais, asseguradas por lei, reafirmando o direito de intervir e manifestar-se em qualquer instância contra tentativas de criminalizar a advocacia.
O advogado protestou contra a violação de suas prerrogativas após ter um requerimento indeferido no Legislativo.
O advogado reivindica a suspensão da sessão e a presença da OAB para garantir o pleno exercício de defesa e o respeito às prerrogativas profissionais.
O advogado afirmou que não houve oposição à tomada de decisão pelo presidente.
O Advogado questionou a celeridade com que os parlamentares se retiraram após o aviso.
O advogado questionou se o depoente recorda o momento em que o deputado Luizinho bloqueou a visão do deputado Polon durante a chegada de outro parlamentar.
O advogado afirmou que os deputados, em suas posições, não tinham visibilidade da chegada do presidente.
O Advogado questiona a testemunha sobre o posicionamento no local e a visibilidade dos deputados Marcos Polon e Van Hattem.
O Advogado afirmou que a decisão de não prosseguir com a pauta foi uma escolha pessoal do parlamentar, que optou por não iniciar a sessão mesmo estando em condições de fazê-lo.
O advogado questionou a legalidade da continuidade da pauta pelo presidente após o início da sessão.
Excelência, obrigado, presidente. Presidente, pela ordem, senhor presidente. Não tem pela ordem.
O advogado questionou se o presidente Hugo Mota iniciou a sessão imediatamente ao assumir a cadeira e se houve votações antes do encerramento.
O advogado argumentou que a obstrução visual e o ruído no ambiente impediram que o deputado ouvisse ou visualizasse a chegada de outros parlamentares.
O Advogado afirma que nenhum deputado infringiu o Código de Ética.
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