
O Deputado critica declarações de adversários políticos que supostamente apoiaram uma intervenção estrangeira dos Estados Unidos no território brasileiro.
O deputado defende a política externa do atual governo, destacando a postura soberana e o papel do Ministro das Relações Exteriores, enquanto critica o alinhamento ideológico e as ações do governo anterior, especialmente na pandemia e em fóruns internacionais.
O deputado, em nome do governo, orienta a votação contrária à emenda para preservar o texto original da proposta.
O Deputado repudia discursos misóginos proferidos por colegas parlamentares, defendendo a proteção das mulheres e o combate ao feminicídio. O parlamentar critica a gestão do governo estadual frente ao aumento dos índices de violência contra a mulher e defende a urgência na aprovação de legislação que criminalize a misoginia.
O Deputado critica duramente a postura de um Senador, acusando-o de traição aos interesses nacionais ao buscar validar tribunais estrangeiros em questões envolvendo tarifaços. O parlamentar elogia a atuação firme e soberana do Presidente da República na defesa dos interesses do país frente ao governo norte-americano, em contraste com a submissão demonstrada por membros da oposição, incluindo o governador de São Paulo.
O Deputado critica a postura de submissão aos Estados Unidos demonstrada por um candidato à presidência, citando uma carta do governo norte-americano que revelaria a disposição desse candidato em entregar interesses e riquezas nacionais. O parlamentar qualifica essa atitude como traição à soberania do País e questiona a interferência estrangeira nas eleições brasileiras, contrastando a postura de subserviência com a defesa da soberania nacional.
O Deputado celebra a aprovação de um projeto de lei que garante o direito de pais e mães se ausentarem do trabalho para cuidar de filhos de até 12 anos em casos de enfermidade, sem sofrer descontos salariais. O parlamentar ressalta que a iniciativa surgiu a partir do relato de uma servidora pública de Guarulhos sobre a dificuldade de trabalhadores em conciliar o emprego com o cuidado aos filhos doentes. Além de agradecer aos parlamentares e relatores pelo apoio, o Deputado defende a importância da medida e apela para que o Senado vote a proposta, assim como o fim da escala de trabalho 6x1.
O Deputado critica a postura da oposição em relação à escala de trabalho 6x1, acusando-a de eleitoralismo e de tentar desviar a atenção de escândalos. Em contraste, destaca as ações do governo atual, como a criação de Institutos Federais e universidades para oferecer melhores oportunidades educacionais à juventude nas periferias, comparando essa política com a gestão anterior, que, segundo ele, priorizava o acesso de crianças e adolescentes a clubes de tiro.
O Deputado critica a gestão de segurança pública de governos anteriores e de administrações estaduais, mencionando supostos vínculos com o crime organizado e milícias. Defende as ações do atual governo federal, citando o envio da PEC da Segurança e projetos de combate às facções criminosas. Questiona a eficácia das políticas de segurança nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, apontando dados sobre o aumento da violência e feminicídios, e reforça a necessidade de combater a impunidade em todos os níveis, incluindo o sistema prisional.
O deputado agradece pela oportunidade de fala e cede o tempo à comissão.
O Deputado questiona a presidência da casa sobre a retirada de um item da pauta de votação.
O deputado discorre brevemente sobre a autoria e a conduta de um indivíduo mencionado no discurso.
O Deputado discute a prerrogativa parlamentar de apresentar requerimentos a qualquer tempo, mencionando que a manutenção de acordos e a possível apresentação de questões de ordem sobre a convocação de assessores serão temas tratados na semana seguinte.
O Deputado solicita calma aos demais parlamentares presentes no recinto.
O Deputado discute a marcação de uma data para uma audiência ou convite, sugerindo que o evento ocorra em agosto durante um período de esforço concentrado na Câmara. Ele argumenta que, devido à agenda do convidado e à falta de sessões presenciais no mês de junho, agosto é o momento mais viável para garantir a presença dos parlamentares e a realização efetiva do debate.
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