
A Deputada defende o projeto Centro de Valorização da Educação, que oferece suporte multidisciplinar aos profissionais da área, visando sua saúde e bem-estar, e solicita apoio para sua implementação nacional.
A Deputada defende que o novo Plano Nacional de Educação assegure financiamento robusto e equitativo, destacando a necessidade do "fator amazônico" para enfrentar as desigualdades regionais e garantir a qualidade do ensino na Amazônia.
A Deputada defende que o novo Plano Nacional de Educação considere o "custo amazônico" e aumente o investimento para regiões de difícil acesso, visando superar o fracasso educacional na região.
A Deputada defende o fator amazônico na educação, celebra a aposentadoria especial para profissionais da área e a aprovação da gestão ambiental em terras indígenas como pilares do desenvolvimento regional.
A Deputada defende políticas educacionais diferenciadas para a Amazônia, enfatizando a necessidade de valorizar docentes, reformular o ensino a distância e garantir financiamento no Plano Nacional de Educação.
A Deputada manifestou solidariedade aos povos originários e tradicionais contra a devastação ambiental, defendendo a implementação do Fator Amazônia para garantir equidade orçamentária e melhores condições de vida para a população local.
A Deputada conduziu a reunião deliberativa, aprovou atas, o projeto sobre gestão de terras indígenas e requerimento para seminário de educação antirracista, além de gerir a votação de destaques e do projeto sobre alimentação escolar.
A Deputada defendeu a aprovação de projeto que amplia e garante o caráter pedagógico das funções exercidas por professores na gestão escolar.
A Deputada encerra o seminário reafirmando seu compromisso com a educação pública e a luta por justiça orçamentária para a região amazônica no Congresso Nacional.
A Deputada defende a concessão de adicional de atividade penosa para servidores de institutos federais que atuam em áreas de fronteira.
A Deputada defende projeto que garante a contagem de tempo especial para professores em formação continuada ou funções pedagógicas, assegurando o direito à aposentadoria de 25 anos sem gerar novos custos orçamentários.
A Deputada fala sobre a responsabilidade de reconhecer a presença quilombola e a dívida histórica do Brasil com a população negra. Destaca a necessidade de políticas públicas efetivas para a educação quilombola e a valorização da literatura negra, reivindicando escuta e ação do governo. Critica a invisibilidade e a falta de apoio a essas comunidades e pede que a educação quilombola seja tratada como prioridade. Conclui enfatizando a importância da literatura negra.
A Deputada cumprimentou o movimento presente, mencionou seu trabalho em prol da educação quilombola no Amapá e fez sugestões para audiências sobre a primeiríssima infância e avaliação de metas educacionais.
A Deputada mencionou vários requerimentos e questionou se alguém gostaria de fazer mais.
A Deputada encerra a sessão e convoca nova reunião para a próxima terça-feira, com pauta a ser definida. Agradece a todos.
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