CONSELHO DE ÉTICA E DECORO PARLAMENTAR
Sobre o Evento
Oitiva no Conselho de Ética sobre Chiquinho Brazão, envolvendo testemunhas e discussões sobre milícias, regularização fundiária e acusações políticas. Deputados questionam vínculos e atos de representantes, defendendo transparência e clareza nas relações. Finalização com prazos para alegações finais e encerramento da reunião.
Conselheiro Vice-Presidente TCE-RJ
O depoente mencionou a falta de convites para debater a regularização fundiária no Tribunal de Contas e a ausência de análises sobre o tema na instituição. Ele destacou que o tribunal atua de forma técnica e não política, sendo a responsabilidade de discutir políticas públicas do legislativo e executivo. Acredita que a fiscalização dos gastos públicos é relevante, mas observou que não houve progressos significativos em regularização fundiária nos últimos anos. O depoente negou qualquer influência ou envolvimento de membros do tribunal com milícias e desconhece investigações nessa área. Também apontou a ineficácia de projetos legislativos sobre regularização fundiária e destacou que as indicações feitas pelo parlamento não foram adiante no executivo.




