REUNIÃO CONJUNTA
Sobre o Evento
Reunião conjunta discutiu danos das enchentes no Rio Grande do Sul com participação de secretários, deputados e representantes do setor agro.
Subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais - Ministério da Fazenda - MF
A gente pode, acho que as 2 intervenções eu vou falar sobre a da da da senhora EEA sua, né? Primeiro, eu acho que tem que dar publicidade, você tem toda a razão. O dinheiro do fundo social já saiu, e foi pra Record Rio Grande do Sul. Eu acho que isso é até 1 demanda que tem que se fazer como que esse esse esses valores contratados foi 20000000000, dos 32000000000 e meio foi pra capital de giro. Eu não estou dizendo que foi só pra rural, foi pra rural e urbano. Esses 12 bi e meio já foi, ou quase tudo né, só tem esse restinho que ficou no BNDES, bi e pouco, que são operações diretas. Os outros 7 e meio, foi basicamente pra investimento, ainda pelo que eu entendi do colega do BNDES ainda tem restinho disso, mas talvez eu estou chutando dos 20, 18 bi já saiu, a gente precisa divulgar porque as pessoas pegaram mais urbano do que rural porque ela foi focada primeiro na Manchete, não há dúvida quanto a isso. Então quanto a essa questão deputada eu acho que 000 congresso e os deputados pedem o valor que quiserem, eu acho que essa liberdade é é colocada pra vocês. Eu acho que 5000000000 que a gente conseguisse ter adicionais especificamente pro pro rural, a gente daria 1 vazão Demanda de 7? O BNDES quando nos apresentou a demanda era 7 e 200, mas daí saiu 5. Saiu 5 dos quais 3 e pouco pro rural, essa conta que eu estou que eu estou fazendo. Aí tudo são coisas novas. No caso da MP precisaria, aquela reunião com a com o ministro da Haddad é importante o seguinte, o Congresso já tinha aprovado na 14 9 8 que foi a conversão das MPs os 5000000000 adicionais, né, o que faltava era o crédito extraordinário. Eu acho que essa demanda, deputado, seria importante que ela viesse, não só pra Fazenda porque a a questão de ampliar 5 do fundo social é 1 decisão até mais geral do governo, eu não estou negando que tem que ir pra Fazenda também, mas eu acho que é é 1 discussão mais política, mais geral, mais abrangente. Eu acho que só pra deixar muito claro isso pra que a gente possa fazer avançar. Quando a gente fez a resolução do conselho, e aí alguns colegas, alguns colegas, colocaram aqui, operações de crédito rural que foram convertidas em crédito pessoal. Quando a gente fez a norma, volta pra aquela primeira fala que eu fiz no início. Se a gente deixa aberto, vai ter financiamento de automóvel, vai ter financiamento de residência, vai ter financiamento do que você possa imaginar que poderia entrar. Então como que a gente restringiu isto dizendo que era operação de crédito rural, operações e aí ele ficou bem aberto, dívidas dos produtores, com ceramistas, com cooperativa, com fornecedores de insumo, tudo que a gente, isso pode. Então quando a gente travou no crédito rural era pra não não abrir pra tudo e qualquer coisa entrar ali dentro. Então eu financiei automóvel, eu vou lá e jogo pra dentro, tudo entraria, porque então essa foi a trava. Podemos pensar alguma coisa? Podemos até pensar em levar o conselho monetário, mas não é tão simples porque você abre 1 porta e como é que você, a demanda está dada, não vai dar pra atender todo mundo. Então como fazer isso? Acho que esse é debate que eu estou vou levar pra gente poder trabalhar. Professor, 1 coisa. A demanda não vai ser atendida na plenitude, mas nós pedimos aqui 1




