COMISSÃO DE SAÚDE
Sobre o Evento
Comissão de Saúde aborda cenário da oncologia no Brasil, com participação de diversos especialistas e representantes de instituições.
Diretor-Geral - Instituto Nacional de Câncer (INCA)
Muito aí a a oportunidade de estar com meus amigos aqui, estaremos juntos, em breve também, doutor Humberto Pascoal, temos reunião do com 5 amanhã, e eu acho que quando a gente faz 1 avaliação, a gente vai avaliar o que que foi o PERSsuz, a gente tem que entender dentro desse universo o que que a gente está avaliando. Primeiro a gente fez projeto de compra centralizada, esse é o melhor modelo que a gente tem? Como é que foi isso? Então é 1 maneira que eu tenho de avaliar isso. Isso é melhor do que compras individualizadas, utilizando em cada lugar? Então, ele tem prós, tem contras é 1 forma de avaliar. O segundo, a a gente no fez 1 coisa diferente foi o projeto da compra integrada quer dizer, comprar aquisição do aparelho, projeto, obra, instalação, isso é 1 outra maneira de gente vai lá deu certo esse modelo? O que que a gente aprendeu, o que que a gente entendeu nessa dinâmica, quais foram as dificuldades, é 1 outra perspectiva que a gente pode avaliar. A terceira, a questão de prazo. Quer dizer, o que que significa fazer prazo que a gente começa programa em 2013 e termina em 2024? São 11 anos de execução. O que que isso implica? Quais são as implicações? Obserlescência? A gente tem que mudar mudamos de panorama? Como é que a gente tem? Então esse qual é o tempo que a gente pode prever 1 questão dessa? Depois a questão desse custo isso é melhor pro custo fazer o projeto integral? É melhor pro custo separar as coisas? A gente tem hoje como estar definindo? A gente coloca tudo isso o que a gente quer saber no final é assim nós conseguimos reduzir o impacto vacinal que a gente tinha no país de radioterapia o que que resultou dessa questão toda do PS2 ao final desse período. Dentro de 1 avaliação objetiva eu acho que eu sou da época sou antigo nisso, em relação ao processo expande a gente avançou sim no processo expande no mesmo período de tempo nós conseguimos 3 vezes mais aquisições de aparelhos instalações de aparelhos e soluções que a gente teve no processo Spand. Então nesse sentido eu acho que a gente teve 1 avaliação positiva não sei se é o melhor mas a gente teve sim 1 curva de aprendizado muito positiva. A segunda coisa pra mim a capacidade de compra centralizada mostra o poder de compra do SUS, quer dizer o SUS tem poder de negociação numa compra utilizada muito maior do que 1 compra individualizada. A gente sabe que o custo do do dos processos vão aumentando com o tempo mas foram 640000 dólares contra a aquisição que eu fiz agora de 750751000 dólares, quer dizer, a compra centralizada dá 1 segurança a quem fabrica, a quem coloca tem alocamento, tem tudo isso e permite 1 negociação de escala que é fenômeno de do mundo de tudo isso que a gente tem. E o SUS tem que aprender a usar esse poder de compra pra fazer, traz dificuldades também o processo centralizado, porque a parede de radioterapia ele precisa de adaptação, você tem 1 realidade de bunker que é diferente da outra, ele está agregado a lógicas não necessariamente iguais, a a necessidade não necessariamente iguais, mas é exercício que a gente pode fazer. Outra questão que me parece muito importante foi que a gente no projeto expande, a gente teve muito encaixotamento de material muita coisa que a gente viu pro projeto não estar integrado. Então na verdade foi alguma coisa que a gente aprendeu e no reforço a SUS e no expande e a gente tentou no Persus não repetir alguns equívocos. Por outro lado, traz problemas porque é diferente eu adquirir aparelho em que eu instalar e implantaram aparelho, eu controlar 1 obra, eu fazer banco em diante de realidades diferentes. Então esse aprendizado eu acho que instrumentalizou técnicos do Ministério da Saúde de todo mundo e muito, numa curva de aprendizado que eu acho que é o essência. Toda vez que eu começo projeto novo e a gente está com projetos necessários pro país a gente tem que estar aprendendo em cada não repetindo erros. O que eu acho que a gente tem que ter hoje primeiro é fazer balanço real do do PS1, fazer seminário, eu já falei com o Humberto já levei isso ao Ministério da Saúde, nós temos que hoje ações apreendidas desse processo e analisar com maior profundidade todos os atores envolvidos pra gente poder interpretar quais foram as dificuldades aonde deu certo, como é que a gente deve fazer, o que que a gente aprendeu, o que que a gente deve evitar, quais são as dificuldades que a gente como a gente vai ocupar porque não são soluções simples de recursos humanos de adaptação de local de tecnologia de coisas que a gente tem. A gente tem que pensar também, que quando a gente fala foi bem falado aqui, que a gente não pensa só em instalação de aparelho, é manutenção, é tecnologia de manutenção, é 1 política de financiamento que permite a utilização, que a gente possa ter o melhor fluxo possível, como foi falado pelo Doutor Humberto, como já falaram, não adianta eu der aparelho que eu tenho 1 capacidade operacional de fazer 5 pra ações e estar fazendo 25. Eu tenho que tentar conseguir isso. Então, eu acho que a gente tem que tentar já discutir pouco mais, nesse acordo de aprendizado, de como a gente vai fazer isso, de como a gente vai buscar essas otimizações, essas construções de fluxos, refletindo em cima das dificuldades que a gente teve. 1 outra coisa é capitalização de responsabilidade. Será que o processo tem que ficar todo centralizado no Ministério da Saúde ou a gente pode capilarizar a responsabilidade? Parte da aquisição é do Ministério da Saúde, 1 parte pode ser pra outro segmento do próprio município, quer dizer, dividir responsabilidades e serem cobradas dentro das suas implicações, cada 1 delas, pra que a gente possa ter maior efetividade maior contribuição. E finalmente eu acho que a gente tem que ter hoje a questão da tecnologia. Eu via colocando a questão da obsolescência. Eu acho que a gente tem que ter cuidado com a tecnologia, eu brinco às vezes que tecnologia pode ser igual a champanhe, você bota faz muita espuma e depois o conteúdo que é muito bom está lá embaixo pequenininho. A gente tem que saber quando a tecnologia ela é realmente transformadora ela é necessária. Aquilo que realmente vai trazer impacto, aquilo que realmente a gente vai poder ser transformador e melhora pro nosso país, aquilo que a gente vai poder fazer. Concordo muito que a gente precisa regulamentar melhor fluxos, a gente tem que ter 1 dinâmica diferente aonde a distância pra quem faz tratamento todos os dias sejam 5 sejam 25, 3 ou 10, tem 1 implicação logística diferente de tratamento de quimioterapia, que é de 3 em 3 semanas, concordo que a gente tem que equilibrar os financiamentos de cada dos segmentos que compõem hoje o o tratamento da oncologia seja cirurgia, radioterapia ou tratamento sistêmico de forma mais equilibrado todos que me conhecem sabem que eu defendo isso apesar de ser urologista clínico, e acho que a gente tem que ter curso permanente de capacitação de profissionais. Formar profissionais as áreas vazios assistenciais correspondem à áreas de dificuldade de inserção profissional. A concentração no sudeste e no sul não é à toa, é onde a gente tem a concentração de formadores de formação e de projetos de vidas que estão escolar nessas regiões. A gente tem que ter, de criação de interesse, de mobilização e buscar soluções, só discordo do do Pascoal de 1 coisa. Eu acho que hoje, da mesma forma que o setor público tem que ter, parar de ter alguma coisa com o setor privado, a gente precisa hoje entender que a as soluções da da saúde devem ser integradas entre público e privado. A gente tem que otimizar a capacitação de cada pra que a gente possa ter a maior sustentabilidade possível. O grande desafio da saúde hoje é a sustentabilidade. A gente tem o projeto com o doutor Humberto que eu já falei de fazer esse seminário do do do e a gente quer muito refletir muito nas experiências cuidadas. Muito obrigada. A gente




