Roberto de Almeida Gil

Roberto de Almeida Gil

Diretor-Geral - Instituto Nacional de Câncer (INCA)

Últimos Discursos

19 de ago, 19:04

COMISSÃO DE SAÚDE

Resumo Inteligente

O Diretor-Geral - Instituto Nacional de Câncer (INCA) defende que o rastreamento do câncer exige organização estrutural completa, além da tomografia, sob pena de sobrecarregar o sistema e prejudicar o paciente devido à ausência de suporte para intervenções subsequentes.

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19 de ago, 17:43

COMISSÃO DE SAÚDE

Resumo Inteligente

O Diretor-Geral - Instituto Nacional de Câncer (INCA) defende que o combate ao câncer de pulmão deve priorizar a prevenção ao tabagismo e o fortalecimento da detecção precoce antes da implementação de rastreamento populacional amplo, destacando a necessidade de organizar a estrutura do sistema de saúde para enfrentar a heterogeneidade brasileira e evitar sobrecarga diagnóstica.

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25 de nov, 17:24

COMISSÃO DE SAÚDE

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Desculpas de ter que sair mas realmente eu estou indo pra Brasília amanhã a gente tem o Consintra que é espaço coletivo criado, hoje de consultoria ao Ministério da Saúde eu acho que é superimportante isso vamos estar com o doutor Humberto também na reunião, eu concordo totalmente que a gente tem que reavaliar a questão a gente sempre lembrar o seguinte, eu acho que o doutor Humberto apesar de como ele é presidente da Amazônia mas você tem conhecimento enorme disso a gente tem que utilizar da aparelhagem aquilo que ela tem de melhor, aquilo que ela pode render, aquilo que ela pode fazer, aquilo que ela tem. Muitas vezes nós ficamos preocupados às às vezes com distâncias geográficas, mas esse paciente às vezes vai ter que percorrer sempre algum espaço Brasil muito grande e os vazios são muito grandes eu fui ao Pará por exemplo no Ofir Loyola, é cacoon que eu tenho numa região de estado que tem até projeto de ser dividido em 3, é 1 coisa muito complicada você racionalizar aonde eu vou botar os outros aparelhos mas como foi falado a gente tem que olhar pra essas questões, quer dizer como é que eu tenho programa de atualização porque doutor Humberto mesmo falou aparelhos antigos podem ser atualizados através de software, não necessariamente pra trocar inteiramente aparelho você pode fazer upgrade desse aparelho, você tem que utilizar capacitar os seus profissionais melhor e isso é muito importante, a gente hoje tem 1 responsabilidade da Sociedade Brasileira de Radioterapia nesse sentido, de capacitar seus profissionais hoje, a gente precisa resolver a questão da formação médica de físicos médicos, a gente tem déficit de formação, a gente tem déficit de formação de radioterapeutas e número menor do que a gente necessitaria, mas podem contar comigo sim Tiago é grande parceiro, o Incra é grande parceiro do Ministério da Saúde e a gente vai tentar encontrar soluções ali entre as quais é viabilizar através de sustentabilidade, O que a gente precisa ter são programas que sejam programas com perenidade, pra isso a gente tem que ter 1 curva de financiamento que garanta manutenção do aparelho, substituição de material, revisões, capacitação dos seus profissionais pra que ele possa fazer. A radioterapia ela é complexa às vezes a gente tem ideia que é trocar aparelho é tirar 1 geladeira encontrar outro lugar e ligar no aparelho não é, cada aparelho tem isso que nós estamos buscando, soluções diferentes às vezes pra lugares diferentes, a gente conseguiu mandar aí por exemplo processo, que foi processo novo quer dizer programar os pacientes no Instituto Nacional do Câncer e levar o do procedimento mais perto da casa dele, então ele se deslocou 1 vez pra grande centro de referência fez toda a programação e agora ele vai fazer o tratamento num outro centro que é menos capacitado mas onde ele só vai fazer o tratamento então ele já vai e aí você tem tecnologia de TI pra estar conferindo se aquele tratamento está sendo bem feito. É 1 realidade que a gente experimentou fazer isso aqui no Rio de Janeiro, que a gente pode reproduzir em outros lugares. Está ok muito obrigado, boa viagem, ok? Bom, alguém mais? Você pode se apresentar e, fazer pergunta? Onde está funcionando? Aí? Então está bom. Então boa tarde, eu sou Milena, queria me apresentar

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25 de nov, 17:05

COMISSÃO DE SAÚDE

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Muito aí a a oportunidade de estar com meus amigos aqui, estaremos juntos, em breve também, doutor Humberto Pascoal, temos reunião do com 5 amanhã, e eu acho que quando a gente faz 1 avaliação, a gente vai avaliar o que que foi o PERSsuz, a gente tem que entender dentro desse universo o que que a gente está avaliando. Primeiro a gente fez projeto de compra centralizada, esse é o melhor modelo que a gente tem? Como é que foi isso? Então é 1 maneira que eu tenho de avaliar isso. Isso é melhor do que compras individualizadas, utilizando em cada lugar? Então, ele tem prós, tem contras é 1 forma de avaliar. O segundo, a a gente no fez 1 coisa diferente foi o projeto da compra integrada quer dizer, comprar aquisição do aparelho, projeto, obra, instalação, isso é 1 outra maneira de gente vai lá deu certo esse modelo? O que que a gente aprendeu, o que que a gente entendeu nessa dinâmica, quais foram as dificuldades, é 1 outra perspectiva que a gente pode avaliar. A terceira, a questão de prazo. Quer dizer, o que que significa fazer prazo que a gente começa programa em 2013 e termina em 2024? São 11 anos de execução. O que que isso implica? Quais são as implicações? Obserlescência? A gente tem que mudar mudamos de panorama? Como é que a gente tem? Então esse qual é o tempo que a gente pode prever 1 questão dessa? Depois a questão desse custo isso é melhor pro custo fazer o projeto integral? É melhor pro custo separar as coisas? A gente tem hoje como estar definindo? A gente coloca tudo isso o que a gente quer saber no final é assim nós conseguimos reduzir o impacto vacinal que a gente tinha no país de radioterapia o que que resultou dessa questão toda do PS2 ao final desse período. Dentro de 1 avaliação objetiva eu acho que eu sou da época sou antigo nisso, em relação ao processo expande a gente avançou sim no processo expande no mesmo período de tempo nós conseguimos 3 vezes mais aquisições de aparelhos instalações de aparelhos e soluções que a gente teve no processo Spand. Então nesse sentido eu acho que a gente teve 1 avaliação positiva não sei se é o melhor mas a gente teve sim 1 curva de aprendizado muito positiva. A segunda coisa pra mim a capacidade de compra centralizada mostra o poder de compra do SUS, quer dizer o SUS tem poder de negociação numa compra utilizada muito maior do que 1 compra individualizada. A gente sabe que o custo do do dos processos vão aumentando com o tempo mas foram 640000 dólares contra a aquisição que eu fiz agora de 750751000 dólares, quer dizer, a compra centralizada dá 1 segurança a quem fabrica, a quem coloca tem alocamento, tem tudo isso e permite 1 negociação de escala que é fenômeno de do mundo de tudo isso que a gente tem. E o SUS tem que aprender a usar esse poder de compra pra fazer, traz dificuldades também o processo centralizado, porque a parede de radioterapia ele precisa de adaptação, você tem 1 realidade de bunker que é diferente da outra, ele está agregado a lógicas não necessariamente iguais, a a necessidade não necessariamente iguais, mas é exercício que a gente pode fazer. Outra questão que me parece muito importante foi que a gente no projeto expande, a gente teve muito encaixotamento de material muita coisa que a gente viu pro projeto não estar integrado. Então na verdade foi alguma coisa que a gente aprendeu e no reforço a SUS e no expande e a gente tentou no Persus não repetir alguns equívocos. Por outro lado, traz problemas porque é diferente eu adquirir aparelho em que eu instalar e implantaram aparelho, eu controlar 1 obra, eu fazer banco em diante de realidades diferentes. Então esse aprendizado eu acho que instrumentalizou técnicos do Ministério da Saúde de todo mundo e muito, numa curva de aprendizado que eu acho que é o essência. Toda vez que eu começo projeto novo e a gente está com projetos necessários pro país a gente tem que estar aprendendo em cada não repetindo erros. O que eu acho que a gente tem que ter hoje primeiro é fazer balanço real do do PS1, fazer seminário, eu já falei com o Humberto já levei isso ao Ministério da Saúde, nós temos que hoje ações apreendidas desse processo e analisar com maior profundidade todos os atores envolvidos pra gente poder interpretar quais foram as dificuldades aonde deu certo, como é que a gente deve fazer, o que que a gente aprendeu, o que que a gente deve evitar, quais são as dificuldades que a gente como a gente vai ocupar porque não são soluções simples de recursos humanos de adaptação de local de tecnologia de coisas que a gente tem. A gente tem que pensar também, que quando a gente fala foi bem falado aqui, que a gente não pensa só em instalação de aparelho, é manutenção, é tecnologia de manutenção, é 1 política de financiamento que permite a utilização, que a gente possa ter o melhor fluxo possível, como foi falado pelo Doutor Humberto, como já falaram, não adianta eu der aparelho que eu tenho 1 capacidade operacional de fazer 5 pra ações e estar fazendo 25. Eu tenho que tentar conseguir isso. Então, eu acho que a gente tem que tentar já discutir pouco mais, nesse acordo de aprendizado, de como a gente vai fazer isso, de como a gente vai buscar essas otimizações, essas construções de fluxos, refletindo em cima das dificuldades que a gente teve. 1 outra coisa é capitalização de responsabilidade. Será que o processo tem que ficar todo centralizado no Ministério da Saúde ou a gente pode capilarizar a responsabilidade? Parte da aquisição é do Ministério da Saúde, 1 parte pode ser pra outro segmento do próprio município, quer dizer, dividir responsabilidades e serem cobradas dentro das suas implicações, cada 1 delas, pra que a gente possa ter maior efetividade maior contribuição. E finalmente eu acho que a gente tem que ter hoje a questão da tecnologia. Eu via colocando a questão da obsolescência. Eu acho que a gente tem que ter cuidado com a tecnologia, eu brinco às vezes que tecnologia pode ser igual a champanhe, você bota faz muita espuma e depois o conteúdo que é muito bom está lá embaixo pequenininho. A gente tem que saber quando a tecnologia ela é realmente transformadora ela é necessária. Aquilo que realmente vai trazer impacto, aquilo que realmente a gente vai poder ser transformador e melhora pro nosso país, aquilo que a gente vai poder fazer. Concordo muito que a gente precisa regulamentar melhor fluxos, a gente tem que ter 1 dinâmica diferente aonde a distância pra quem faz tratamento todos os dias sejam 5 sejam 25, 3 ou 10, tem 1 implicação logística diferente de tratamento de quimioterapia, que é de 3 em 3 semanas, concordo que a gente tem que equilibrar os financiamentos de cada dos segmentos que compõem hoje o o tratamento da oncologia seja cirurgia, radioterapia ou tratamento sistêmico de forma mais equilibrado todos que me conhecem sabem que eu defendo isso apesar de ser urologista clínico, e acho que a gente tem que ter curso permanente de capacitação de profissionais. Formar profissionais as áreas vazios assistenciais correspondem à áreas de dificuldade de inserção profissional. A concentração no sudeste e no sul não é à toa, é onde a gente tem a concentração de formadores de formação e de projetos de vidas que estão escolar nessas regiões. A gente tem que ter, de criação de interesse, de mobilização e buscar soluções, só discordo do do Pascoal de 1 coisa. Eu acho que hoje, da mesma forma que o setor público tem que ter, parar de ter alguma coisa com o setor privado, a gente precisa hoje entender que a as soluções da da saúde devem ser integradas entre público e privado. A gente tem que otimizar a capacitação de cada pra que a gente possa ter a maior sustentabilidade possível. O grande desafio da saúde hoje é a sustentabilidade. A gente tem o projeto com o doutor Humberto que eu já falei de fazer esse seminário do do do e a gente quer muito refletir muito nas experiências cuidadas. Muito obrigada. A gente

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