REUNIÃO CONJUNTA

26 nov. 2024 11:27 às 14:43

Sobre o Evento

Reunião conjunta com comissões sobre direitos humanos, infância e saúde, mediada pela deputada Juliana Cardoso, com várias participações de representantes e especialistas.

#29
Coordenador Executivo da Coalizão Orfandade e Direitos Milton Alves Santos
Milton Alves Santos

Coordenador Executivo da Coalizão Orfandade e Direitos

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Inclusive gente, depois eu vou dar essas informações, tá? Como vai ser amanhã, o convite pra gente se encontrar, aqueles que puderem né, no no jantar aqui no, eu sempre esqueço o nome do restaurante, Mangai, que é bom dizer né que eu falei do do milagre mas não mostrei o santo, o santo chamase Vani, a Vani é a nossa grande articulador aí de né lá, né? E, oi? Cuidadora, é isso, são formas de cuidar. É isso mesmo. Não, eu acho que eu vou fazer aqui rápido os apontamentos também pra gente poder ir pra pra aquilo que deve ser a sistematização e a carta de compromissos que vai ser difícil, obviamente produzila hoje mas ela precisa ser produzida, pra gente poder na próxima reunião do comitê nacional, pensar nesses desdobramentos nas diferentes instâncias né? Mas antes eu quero fazer alguns comentários. A Eudilene quando ela conta essa história, vocês viram, ela é essa pessoa fantástica, e parece que assim a gente foi lá pegou o dado aí a gente fez visitou as famílias, né? Parece que foi assim 1 coisa imperípro que durou assim 1 semana foram 3 meses de trabalho intenso de 7 pessoas de 1 equipe de município com essas características. Então teve 1 decisão aí da do prefeito e teve 1 decisão da secretária que está aqui nessa mesa que também é presidente do Coegemas. Então essa decisão ela gera impactos concretos porque ela é custosa para o poder público, o poder executivo nesse caso. Isso aconteceu no estado de Pernambuco, que depois rapidamente vai ali quando se inscrever falar, que fez estudo fantástico, isso aconteceu no estado mas de 1 maneira mais preliminar do Espírito Santo, isso aconteceu né Fernanda? No Paraná na no estado do Paraná que produziu, cadê a Fernanda gente? Não está aqui né ela saiu, esse estudo, pelo menos esses estados fizeram isso e no caso específico do Paraná Carolina foi importante e essa é 1 das sugestões então aqui tanto para o conselho quanto para o ministério, falava isso com Eugenio, o Paraná já contou com a ajuda do do MDS na produção dos microdados pra facilitar o processo de, tabulação ali dos responsáveis familiares mortos né e a partir desse responsável familiar morto no CAD único, o cruzamento dele com outras bases né seja a base do serviço de convivência, seja a base do prontuário, seja outras bases do próprio SUAS, pra tentar identificar a jornada dessa família, que eu acho que essa é a grande questão. E a equipe da, que pena né, a equipe inteira não poder estar aqui mas quero saudálos porque são servidores públicos exemplares, eles foram se dando conta acho que isso ficou claro aqui na na exposição, da secretaria que a desproteção estava posta não por 1 decisão ética que eu quero ter insistido não tem nenhum servidor público está sendo acusado aqui de ser leviano ou negligente é porque a concepção de desproteção de alfandade não estava orfandade não estava posta. Então a deputada perguntou, Carol também lá deputada pouco assim perplexa mas como é que vocês chegaram em Maniquiiri, por que Maniquiiri? Né? Por que Maniquiiri? Porque Maniquiiri estava no Amazonas, o o comitê do Amazonas tinha 1 ativadora que é a própria Eudilene, e nós fizemos a provocação a Eudilene, a Regina do Maranhão, a a Cogemas do Alagoas de Alagoas São Paulo e Manáqueri pegou e topou botar a equipe, pra fazer esse estudo na perspectiva de inspirar. Inspirou inclusive Carol, o ministério porque nós apresentamos o o os dados pro ministério antes deles serem se tornados públicos pra falar da metodologia, Apresentamos prasqueteria de estado, pra pra mostrar que era possível. É trabalhoso? Claro que é, mas é possível. Então. Exato.

26 de nov, 16:53