COMISSÃO ESPECIAL SOBRE PREVENÇÃO E COMBATE AO CÂNCER, AVC E DOENÇAS DO CORAÇÃO
Sobre o Evento
O evento destacou a importância da nutrição especializada e de ações preventivas itinerantes para reduzir a mortalidade por câncer e doenças crônicas.
Coordenadora da Coordenação-Geral de Estratégias Inovadoras e Colaborativas de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde - Coordenação-Geral de Estratégias Inovadoras e Colaborativas de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde
Obrigada a todos e todas pelos comentários e pelas perguntas que foram feitas. Eu gostaria de começar fazendo coro às falas da doutora Clarissa, nossa parceira do Ministério da Saúde da SBOC, em relação à necessidade de estruturação da política nacional de promoção da saúde e das ações de prevenção relacionadas ao câncer. E aí, com isso, gostaria também de comentar que nós temos um grupo de trabalho da Política no Ministério da Saúde, que acompanha o plano operativo para a implementação da política, e esse grupo de trabalho é composto, não é, por, pelos nossos parceiros do Conselho Nacional, secretários municipais de saúde, secretários estaduais de saúde, bem como todas as secretarias do Ministério da Saúde, não é, a Secretaria de Vigilância em Saúde, que implementa as ações de imunização, a Secretaria de Atenção Primária, e as demais secretarias do Ministério. Eu também gostaria de reforçar o protocolo de coloretal, de câncer coloretal, que foi elaborado pelo Ministério da Saúde, com a participação de diversas sociedades e atores estratégicos na implementação da política, e também dizer que nós estamos cientes para que a gente possa também dar seguimento à implementação dessa linha de cuidado e diagnósticos em tempo oportuno. Em relação a critérios de priorização da portaria de assistência farmacêutica, eu também gostaria de ressaltar que o artigo 6º da portaria, a portaria 8477 de outubro do ano passado, define critérios de priorização, mas um detalhamento maior também está sendo discutido inclusive tem sido pensado a possibilidade de formulação de grupos de trabalho com especialistas de CACONS e UNACONS, para que o território, para que os serviços também nos ajudem a definir, oncologistas que estão atuando na ponta, nos ajudem a definir essas prioridades também, e numa gestão compartilhada e colegiada possamos tomar essas decisões. A questão, Marlene, também nossa parceira do ConSinca, colocou a questão da testagem molecular, da promessa de governo de implementação em todos os municípios, em todos os estados, em todos os municípios. Nós temos trabalhado de uma forma bastante intensa para que a testagem seja ofertada. em todos os municípios e a implementação de fato ela precisa ir né desse apoio tripartite né e desse dessa ação compartilhada é com estados e municípios porque isso de fato necessita dessa incorporação da tecnologia no processo de trabalho das equipes de saúde da família, e toda a retaguarda laboratorial que também é necessária para que a gente possa fazer o processamento dos testes. Também queria reforçar... importante que a gente possa estar sempre atentos a esse eixo de comunicação em relação à política especialmente para que a gente possa sanar esses equívocos né é que perpassam né a população em relação a tratamentos experimentais tratamentos que ainda não foram incorporados e que não passaram por rigor aí, né, da pesquisa clínica e avaliação das tecnologias em saúde. E por fim, né, eu gostaria de reforçar, né, que aos pais, aos familiares, a todos, né, que nos ouvem aqui, que levem, né, todos os meninos e meninas de 9 a 14 anos evidência científica em relação ao seu potencial de nos ajudar a eliminar o câncer de colo do útero no país. Obrigada, nós do Ministério da Saúde estamos à disposição da comissão. Eu gostaria de agradecer, deputado, os cumprimentos ao José Barreto e à Guacira, nossa nova diretora. Obrigada.




