COMISSÃO DE TRABALHO

2 mar. 2026 10:27 às 12:49

Sobre o Evento

A audiência pública debateu a precarização do trabalho no Banco do Brasil, denunciando a gestão baseada no medo, assédio moral, etarismo e o uso excessivo de tecnologia para vigilância. Parlamentares, sindicatos e especialistas alertaram para o grave adoecimento mental dos funcionários, o descumprimento de direitos trabalhistas e a negligência da instituição quanto à sua função social, exigindo transparência, diálogo imediato e a responsabilização da diretoria pela crise instalada.

Status
Concluído
ID: 81043Total: 41 discursos
#16
Participante Everton Lopes
Everton Lopes

Participante

Transcrição automática

Bom dia a todos e a todas. O meu nome é Everton Lopes, eu sou da FETEC Paraná. Represento o Paraná na mesa de negociação do banco desde janeiro. E eu quero começar falando pelo óbvio. O Banco do Brasil não está aqui. Então, o companheiro Rodrigo tem muita razão quando se diz indignado, Porque isso aí não é só um detalhe. Isso aí é uma resposta a todos nós. significa que O banco não quer negociar, ele não quer ouvir. Ele não quer que a gente participe dessa construção. desde o PERFORMA mal fadado performa, a gente viu uma infantilização... do funcionalismo Ao mesmo tempo que eles baixam os salários e criam padrões de remuneração diferentes na mesma equipe, para a mesma função... dão moedinhas para a gente distribuir entre os colegas, Enquanto a gente vê as condições de trabalho sendo precarizadas... sobrecarga de trabalho E, principalmente, esse escândalo que é a ofensa à jornada de trabalho, querendo aumentar de seis para oito horas. A gente vê um abandono do espírito público, um abandono da história do Banco do Brasil, Lá em Curitiba a gente vem vendo... a direção abandonar um prédio histórico do Banco, da agência número 9... Inclusive, a direção do banco se recusou a conversar com a gente quando a gente tentou levar um centro cultural Banco do Brasil para Curitiba, aproveitando aquele prédio, histórico, que está no marco zero da cidade, Então, quando o Banco do Brasil recusa a sua história, joga a história na lata do lixo, a gente vê que a gente está... tomando um rumo perigoso. Eu acho que passou da hora, e eu quero deixar esse registro aqui, passou da hora do controlador, para a gente não personificar essas decisões aqui, passou a hora do controlador tomar as rédeas, e dizer se o Banco do Brasil vai cumprir a sua função pública, ou vai ficar chicoteando o funcionalismo aqui para dar lucro para o acionista privado. É hora da gente resgatar essa função pública. Garantiu apoio à agricultura. A indústria, o pequeno empresário e o desenvolvimento do país. Muito obrigado. Obrigada.

02 de mar, 11:46