COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO
Sobre o Evento
O evento debateu temas relevantes para a segurança pública e o combate ao crime organizado, com a participação ativa de parlamentares.
Deputado
Primeiro, parabenizar que qualquer projeto que venha para... endurecer pena, para dificultar a vida de quem quer atrapalhar a vida da população, essa comissão tem que ser totalmente favorável. Lá no Ceará, infelizmente, aqui foi falado que nos presídios federais faltam presos, tem espaço para colocar mais gente, mais preso, perigoso. Lá no Ceará, falta é policial penal, porque a perseguição do governo do Estado, da Secretaria de Administração Penitenciária com o policial penal é tão grande, está com o maior índice da história de afastamentos para tratamento psiquiátrico e psicológico. A gente precisa aliar a valorização do trabalhador, do profissional e o endurecimento das penas, porque o povo brasileiro aqui não aguenta mais. O povo brasileiro não aguenta mais e a esquerda precisa ouvir esse grito do povo. Porque se metade da população votou no atual presidente e mais de 70% da população disse que o maior problema do país é segurança pública, Então, significa dizer que a esquerda está no caminho errado ao defender a criminalidade, ao trazer o discurso da história de que quem rouba é para tomar uma cervejinha, ou que traficante é vítima de usuário. Então, a gente precisa despertar, esquecer essa questão de ideologia, de direito ou de esquerda, e partir para a questão de solução. Vamos pegar os países que estão resolvendo o problema. A gente vê o exemplo de El Salvador. Vamos olhar resultado. era um dos países mais perigosos do planeta e hoje é um dos países mais seguros do planeta. Melhor exemplo: Então a gente precisa valorizar o trabalhador, olhar para o agente socioeducador. O agente social educador do nosso Brasil é o policial penal do presídio de menor. Mas aqui no Brasil o negócio é tão desgraçado para quem quer defender o trabalhador que a gente tem que falar que o menor não é preso. Ele não é preso, não pode nem chamar de preso. O menor de 16 anos chega, mata o seu familiar, estupra a sua esposa e nós não temos o direito sequer. de chamá-lo de preso. Olha a desmoralização que é esse país. Menor de 18. Olha, é? Menor de 18. Isso, menor de 18. Não, eu estou dizendo aqui um menor de 16 anos, se matar uma pessoa, nós não podemos chamar sequer de preso. Nós não podemos dizer que eles estão no presídio. É uma desmoralização. Nós precisamos mudar o discurso e mudar a legislação. Porque uma pessoa de 17 anos, de 16 anos, de 15 anos, sabe muito bem... Já dá para saber muito bem que matar uma pessoa é errada. Já dá para saber muito bem que estuprar uma pessoa é errada. Então nós precisamos mudar o discurso, mudar a postura, aprovar a leidura, porque é isso que o povo está esperando. Essa conversinha fiada que passaram aí, tem tanto dizendo, não, mas é uma vítima da sociedade, é uma vítima, a culpa é nossa, a culpa não é deles, não colou, não resolveram, então se o modelo de vocês não resolveu, vamos procurar os modelos que estão dando certo. Muito obrigado, seu presidente. Muito bem.




