COMISSÃO DE SAÚDE

17 mar. 2026 17:15 às 19:05

Sobre o Evento

A Comissão de Saúde debateu a qualidade do ensino médico no Brasil, enfatizando a necessidade de avaliações rigorosas, como o Enamed, para coibir a proliferação de cursos precários. Especialistas defenderam um exame nacional obrigatório para o exercício da profissão e acesso à residência, além de uma maior integração entre instituições de referência e o sistema público para assegurar a excelência na formação médica.

#30
Presidente - Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino Elizabeth Guedes
Elizabeth Guedes

Presidente - Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino

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Deputada... Adriana Ventura, novamente. Eu quero concordar com a nossa professora Dulce. que diz que Nós... O debate foi ótimo e todo mundo saiu com muitas dúvidas, mas se é verdade, professora Dulce, que a gente divergiu nos 10 minutos, parece que nesses dois nós convergimos. Eu estou absolutamente convergente com a palavra do professor César, com a palavra do professor Paulo, com o que acabou de dizer o Bruno. a convergência que a professora Adriana Ventura vê, ela pode ser obtida nesse grupo nomeado muito claramente pelo professor César. Esse é o grupo que deve refletir sobre a natureza da prova, a natureza das questões, as competências a serem avaliadas, a forma como nós vamos entrar dentro das escolas para haver as condições de oferta. E a forma como eu vou ver a questão da preceptoria, que é um perigo. Porque a preceptoria, o aluno vai para um hospital, e muitas vezes a escola perde o contato com ele. Então, a prova de quarto ano é importante para amarrá-la com a do sexto ano depois. E a do sexto ano é o Enamed. E eu queria, de novo, deputado Adriana Ventura, dizer aos senhores que, como presidente da ANUP, eu tive a honra de assinar a ADC 81, que declarou a constitucionalidade da lei do Mais Médicos e acabou com a gafanhotagem de custos abertos por liminar. Porque isso foi uma gafanhotagem no setor. O MEC teve que depois anular o edital do Mais Médicos, porque 5.700 vagas já haviam sido distribuídas por juízes de primeira instância. Legenda por Sônia Ruberti trazer o comportamento sancionador junto com planos de melhoria, junto com o apoio ao desenvolvimento da qualidade acadêmica, é a saída que nós temos para retirar os cursos de medicina da justiça e colocar onde eles devem ficar, que é no banco da escola e no banco das avaliações do Estado brasileiro, em conjunto com as suas entidades. Obrigado. Obrigado.

17 de mar, 18:58