COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES
Sobre o Evento
A audiência debateu a concessão das BR-116 e 324 na Bahia, focando na urgência da duplicação e melhorias de segurança. Representantes do Ministério dos Transportes e da ANTT apresentaram o projeto "Rota 2 de Julho", com leilão previsto para o segundo semestre. Gestores municipais e entidades locais enfatizaram a necessidade de corrigir falhas estruturais, reduzir acidentes e mitigar prejuízos socioeconômicos, enquanto o TCU esclareceu os ritos de fiscalização do processo.
Superintendente de Concessão da Infraestrutura - Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)
Novamente deputado agradecer a oportunidade aqui da NTT poder também compartilhar aqui a visão sobre o novo projeto, reforçar aqui que a gente vai viver um novo momento, e isso a gente já percebe nas concessões de quinta etapa, essas que são contemporâneas, né? a essa concessão da Rota 2 de Julho, que tem a mesma modelagem, comentar novamente aqui de alguns aspectos do projeto, né, diante das últimas falas dos vereadores, de Amélia Rodrigues, a gente reconhece ali a situação de degradação hoje que nós temos hoje. desse pavimento. Acho que a primeira questão é isso. É uma situação em que a gente não deveria ter chegado, de fato foi uma falência contratual que nós tivemos ali, um caso de exceção diante do nosso programa de concessões, em que a gente teve que optar pela saída da concessionária e a partir de agora a gente tem então o momento de reescrever essa história e a gente vai aproveitar essa janela de oportunidade. E a gente está trabalhando aqui com um programa muito robusto, então de 14 bilhões de investimentos que vão ser feitos nessa rodovia, fora toda a parte operacional que é colocada. Mas investimentos que melhoram a condição, fazem ampliação de capacidade, novos dispositivos, a gente está falando de 14 bi. é um dos maiores projetos, como eu falei, da nossa carteira em nível nacional. E ali, especificamente, a gente tem uma porção de dispositivos em nível, que vai ser uma novidade. A gente tem o retorno em nível, esse retorno já é insegurança. Os munícipes ali têm que cruzar as duas faixas, hoje, da via duplicada, fazer um acesso... que pode causar uma insegurança àqueles que estão vindo em maior velocidade. Então a gente tem no quilômetro 244, a gente tem no quilômetro 242, no quilômetro 544, 542, 540, o que a gente chama de diamantes, que são dispositivos em desnível, elas têm esse formato, esse formato, formado de diamante, que vai permitir ali que a gente faça essas transposições com segurança, além dos retornos. Então, todo esse cuidado está sendo tomado para que tenha uma permeabilidade, então a gente tem... pontos de interesse de um lado da rodovia e do outro, que a gente consiga fazer essas transposições da BR-324 com toda a segurança. E esse padrão também se estende à BR-116, Assim como a obrigação que a gente vai acompanhar por meio dos parâmetros de desempenho da rodovia, de recuperar estruturalmente todo esse segmento para atingir os parâmetros de uma rodovia em excelentes condições. Muito diferente desse cenário que a gente vê hoje, a despeito dos esforços do DENIT para fazer uma manutenção, a condição estrutural é muito ruim. Então a gente espera, com esse novo programa, ter uma recuperação de fato duradoura, né, e a partir daí uma manutenção estruturada ao longo dos 30 anos. Agradecer novamente a oportunidade, deixar aí também a mensagem da nossa diretoria colegiada, né, que pediu a minha representação aqui hoje, né, de agradecimento pela oportunidade de participação.




