REUNIÃO CONJUNTA

18 mar. 2026 15:01 às 17:02

Sobre o Evento

O evento debateu o avanço da doença renal crônica e a urgência de políticas públicas focadas na prevenção, diagnóstico precoce e tratamentos inovadores. Enfatizou-se a necessidade de sustentabilidade financeira no SUS, a implementação de uma Política Nacional específica, a expansão do atendimento multidisciplinar e a celeridade na publicação de portarias sobre nutrição especializada e habilitação de novos serviços de saúde.

#24
Diretora de Políticas Associativas da Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN - Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN Isadora Cartaxo de Sousa Calvo
Isadora Cartaxo de Sousa Calvo

Diretora de Políticas Associativas da Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN - Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN

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A gente está, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia, a gente está montando, nós temos representantes nefropediátricas na nossa diretoria, e elas estão montando um documento que vai ser liberado pela sociedade para realmente guiar políticas públicas voltadas para essa população. Mas o que eu posso lhe adiantar é que as causas são um pouco diferentes. Às vezes as crianças já nascem com um defeito renal, às vezes nascem sem o rim, às vezes tem alguma outra síndrome que faz ter a doença renal. Então, as causas são um pouco diferentes. tratamento é um pouco diferente e quando a gente fala em substituição renal o transplante é o ideal para essas crianças então quanto antes elas tiverem aptas a fazer o transplante melhor porque elas têm retardo de crescimento atrapalha todo o desenvolvimento da criança então é realmente muito triste quando isso acontece com as crianças, o tratamento de substituição, seria na sequência, primeiro o transplante e segundo a diálise peritoneal. Então, a gente tendo essa carência de diálise peritoneal no nosso país, está prejudicando principalmente as nossas crianças. Então, por isso que é tão importante essas novas luzes que apareceram aí, a gente tem muita esperança que vá... Ajudar essas famílias, essas crianças a terem um futuro e não estarem condenadas a nem mesmo poder fazer um transplante. Obrigado. Muito obrigado, viu?

18 de mar, 16:55