
Pajé Karirí-Sapuyá do sertão baiano, Adriana Coran, é enfermeira e defende direitos humanos, denunciando violações contra crianças indígenas. Desde 2014, monitora retirada forçada de crianças indígenas, especialmente no Mato Grosso do Sul. Na pandemia, enfatiza risco de etnocídio e genocídio em crianças indígenas, exige dados precisos para garantir seus direitos, incluindo contra violência sexual e subnutrição infantil.
Pajé Karirí-Sapuyá do sertão baiano falou sobre sua experiência na saúde e direitos humanos dos povos indígenas, destacando a falta de políticas públicas para indígenas em contextos urbanos e imigrantes. Ele denunciou a remoção compulsória de crianças indígenas, a violência sexual contra meninas, a subnutrição e mortalidade infantil, evidenciando a necessidade de dados e ações efetivas. Ele enfatizou a continuidade do sequestro de crianças desde a colonização e pediu reconhecimento e apoio para garantir melhor condição de vida e proteção aos indígenas.
Pajé Karirí-Sapuyá do sertão baiano falou sobre a falta de políticas públicas para indígenas em contextos urbanos e a vulnerabilidade social que enfrentam. Ele destacou o sequestro de crianças indígenas desde a invasão do Brasil e a violência contra meninas, enfatizando dados alarmantes de mortalidade e subnutrição infantil. Também mencionou a necessidade de melhores indicadores e estratégias para enfrentar esses problemas, expressando agradecimento pela oportunidade de compartilhar suas preocupações.
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