
Indígena do Catu dos Eleuterios expressa gratidão pela oportunidade e menciona povos Potiguara e Tapuia em 11 municípios com 16 aldeias. Ela destaca a necessidade de formação para mulheres, mais escolas adequadas em aldeias, e denuncia violência, impactos em saúde e territórios cercados por cana-de-açúcar sem selo de agricultura orgânica. Ela pede respeito à autonomia de gestão em suas aldeias e conclui com um poema, "Indígena mulher, silenciosa", expressando orgulho e liberdade.
A indígena aldeada da comunidade Catu dos Eleoterios Goianinha & Canguaretama agradeceu a oportunidade de falar sobre as necessidades do povo potiguara, incluindo a educação e a saúde, enfatizando as dificuldades enfrentadas pelas mulheres e a falta de escolas adequadas. Ela mencionou a violência silenciosa e os impactos dos agrotóxicos na saúde e na soberania alimentar. A fala incluiu um poema que expressa a luta e a resistência das mulheres indígenas, destacando a busca por reconhecimento e autonomia.
A indígena aldeada do Catu dos Eleuterios Goianinha & Canguaretama expressa agradecimento pela oportunidade de falar sobre as necessidades do povo potiguara, incluindo a formação de mulheres e a busca por uma educação mais próxima das aldeias. Ela destaca a violência silenciosa que afeta a saúde e a soberania alimentar, mencionando a questão do uso de agrotóxicos e a falta de escolas nas aldeias. Enfatiza a importância de respeitar a autonomia na gestão educacional e encerra recitando um poema que retrata a luta e a resistência das mulheres indígenas.
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