
O ministério se compromete com a comissão e a promoção da igualdade racial, destacando a responsabilidade sobre a população negra e comunidades tradicionais. Esse ano é crucial devido à conferência nacional sobre igualdade racial, que inclui debates interseccionais. O ministério convida a todos para participar e avaliar as políticas públicas implementadas. Três políticas foram enfatizadas: o plano Juventude Negra Viva, a segunda marcha nacional das mulheres negras e um conjunto de propostas do Conselho Nacional de Igualdade Racial para contribuir com os movimentos sociais.
A Comissão de Direitos Humanos deve ter uma visão humanitária e justa sobre aqueles que se sentem vítimas de um golpe. É inaceitável que manifestações pacíficas sejam criminalizadas, enquanto ações violentas de certos grupos são ignoradas. A segurança do palácio, no dia 9 de janeiro, foi responsabilidade de quem estava no comando. Desaparecimento de imagens de eventos importantes é suspeito e levanta questões. A história revelará a verdade, e muitos inocentes estão sendo injustamente processados. O tratamento diferença entre os lados políticos é evidente, com a esquerda sendo menos perseguida. É fundamental resgatar a democracia e ouvir as vozes dos injustiçados.
O discurso homenageia psicólogos e psicólogas no Dia do Psicólogo, reconhecendo seu papel essencial na saúde mental. Enfatiza a luta pela humanização da psiquiatria e defesa de direitos, mencionando conquistas do Conselho Federal de Psicologia. Destaca a importância da inclusão e da luta contra retrocessos, além de celebrar a primeira presidência latino-americana na IUPSIS. O orador agradece a participação de conselheiros e a articulação entre diferentes entidades da psicologia, ressaltando a necessidade do diálogo e da transformação no cuidado psicológico. Finaliza com congratulações aos profissionais da área.
É necessário ter psicólogos no Congresso Nacional para acompanhar melhor as situações nas residências e clínicas.
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