
Foi abordada a importância da transformação do complexo arquitetônico tombado em São Paulo, que remete a um passado de tortura e repressão durante a ditadura. A luta pela criação de um centro de memória é difícil, mas essencial para a preservação da verdade e da memória histórica. Destacou-se a impunidade dos torturadores no Brasil, em contraste com outros países, e a necessidade de responsabilização. A memória é fundamental para as novas gerações, especialmente diante de ameaças autoritárias atuais. A fala final reiterou o compromisso com a democracia e a rejeição à tortura.
O processo econômico exclui a participação das pessoas na construção política. É importante buscar assessoria em participação social e diversidade. A construção de direitos humanos e democracia depende da participação popular, especialmente de grupos marginalizados. O compromisso é trabalhar junto à sociedade civil e disponibilizar apoio para essa construção coletiva. Direitos humanos necessitam da inclusão de mulheres, pessoas negras, indígenas e comunidades diversas. Agradeço e reforço a importância dessa colaboração.
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