
A Participante reivindica representatividade negra em espaços de poder, solicita apoio financeiro para a marcha em Brasília e incentivo a projetos comunitários contra a violência, além de denunciar o racismo político e a falta de identificação social com mulheres negras.
A Participante convoca para a Conferência Nacional de Saúde, propõe o fortalecimento político do DENASUS através de medidas de legalização similares à CGU e critica a precariedade dos vínculos de trabalho, classificando-os como medidas paliativas que fragilizam a auditoria.
Participante enfatizou a importância do Sindicato dos servidores do Ministério das Relações Exteriores e sua experiência em combater assédio moral e discriminação. Mencionou paralisações, fiscalização e criação de comissão para prevenção. Destacou avanços, mas ainda há desafios, com grupos vulneráveis sendo negros e mulheres, e a necessidade de mudanças nas práticas de gestão e maior confiança entre servidores e administração.
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