André Porto

André Porto

Diretor-executivo - Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) e representante da Empresa 99Food e Grupo iFood

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26 de mar, 11:58

CENTRO DE ESTUDOS E DEBATES ESTRATÉGICOS

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...pelo convite, a Mobtec está sempre à disposição para debater o tema em todas as esferas. Acho que, como o Denis comentou, é uma jornada. A Uber foi uma das primeiras plataformas, chegou no Brasil há mais de 10 anos. É... em termos históricos é pouco, mas já tem uma trajetória. E as plataformas é uma realidade que veio para ficar. O trabalhador está plataformizado, o consumidor está plataformizado, a sociedade como um todo se beneficia do advento dessa nova tecnologia que veio junto com o trabalho. com a possibilidade de a gente carregar isso aqui para qualquer lugar. Então, é só agradecer mesmo e nos colocar à disposição para seguirmos nessa jornada de aprimoramento do setor. Muito obrigado. Alguns consultores...

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26 de mar, 11:50

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Associação não, mas... Não, os aplicativos, sim. A gente tem bastante diálogo, inclusive, nos últimos anos, mas todas as empresas, elas têm áreas específicas que dialogam com motoristas e com os entregadores para... entender para onde... Quais são as demandas, quais são as queixas, os produtos eles evoluem ou não, enfim, o que dá para fazer, o que não dá para fazer, mas há. Há sim uma área de oriativa, de escuta.

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26 de mar, 11:37

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Quero agradecer a todos os consultores pelas perguntas e... falar sobre o aplicativo é legal porque todo mundo usa, então todo mundo tem a sua visão sobre o aplicativo. E eu acho que esse é o nosso grande desafio também, enquanto associação. E acho que vários dos exemplos que foram trazidos aqui... E quando... a gente vê a descrição de algumas realidades, é muito a experiência da pessoa naquele aplicativo especificamente. E eu acho que essa é uma grande preocupação que a gente tem enquanto setor, é entender que existe uma infinidade de modelos de aplicativos... e que existe uma infinidade de realidades de trabalhadores de aplicativos. que utilizam os aplicativos. a realidade é muito distinta de cada uma dessas. Então, você tem, efetivamente, um motorista que obtém renda principalmente por meio daquele aplicativo, 100% da renda dele às vezes vem do aplicativo, mas você tem também casos em que... entre um um emprego e outro, durante um mês, ele utiliza o aplicativo para obter a renda ali, enquanto ele está procurando um ou outro, ou até mesmo ele continua depois fazendo pequenas corridas para poder complementar a renda, ou que ele precisa fazer algum projeto específico, como eu disse no início. Então, você tem uma realidade muito grande. Então, quando a gente fala de uma política pública, a gente não pode pensar em uma política pública. de políticas públicas, o custo-benefício das políticas públicas. Não dá para a gente pensar na política pública pensando... em... tem dificuldade de pensar na política pública, pensando em nenhuma realidade específica, ou em nenhum modelo de negócio específico, mas sim pensar quais são as dores e como que a gente realmente melhora. Acho que o... O Denis trouxe um exemplo muito bom que a gente, enquanto associação, defende, que é a questão previdenciária. Existe um déficit de inclusão previdenciária. tanto de motoristas quanto de entregadores então como é que a gente utiliza a tecnologia para garantir uma efetiva inclusão previdenciária de motoristas e entregadores essa é uma dor que a gente se debruça e que a gente tem debatido bastante em relação às perguntas especificamente acho que é uma pergunta do Augusto sobre os dados específicos de trabalhadores por aplicativos em favelas, em comunidades a gente não tem isso especificamente de georreferenciado. Primeiro porque é um dado muito minucioso, segundo que mesmo que você georreferencie, muitas vezes aquele morador ele é da favela, mas ele utiliza o aplicativo, mas ele exerce atividade em outro lugar. Então, é um morador de uma comunidade que, por exemplo, vai para um bairro do, sei lá, Ipanema, Copacabana, para trabalhar por aplicativo lá. Então, georreferenciado você não consegue, teria que ter um cruzamento muito grande e existe também a questão da duplicidade. pesquisas do setor, por exemplo, a gente precisa ter que ter muito cuidado para a gente evitar a duplicidade, como é que você limpa essa base, porque geralmente o motorista da Uber, ele também está cadastrado na 99, ele também está cadastrado na Indrive, às vezes ele está cadastrado em outro. Aplicativos de entrega é comum, os entregadores estarem online em mais de sete aplicativos ao mesmo tempo. Então, escolhendo... Qualquer melhor demanda. Então, é muito complicado a gente ter esse dado. E, às vezes, a gente tenta fazer, emendando numa segunda pergunta, às vezes a gente tenta fazer uma associação muito óbvia entre o motorista sair de uma bicicleta e ir para uma moto, como se uma ascensão fosse, mas não necessariamente é. Então, por exemplo, os aplicativos têm políticas, inclusive de sustentabilidade, estimulando a utilização de bicicletas, investindo em bicicletas elétricas em determinadas regiões. principalmente quando se fala de delivery, para você ter entregas em curtas distâncias, que aquele entregador não tenha que percorrer longas distâncias. Então, não necessariamente você tem essa correlação. Então, é muito difícil estabelecer. por exemplo, Os que utilizam moto, às vezes, eles já têm uma moto, ele não quer trocar moto, ele já utiliza aquela moto para outro fim, e aí ele obtém renda de maneira secundária nos aplicativos. Então, esse dado não necessariamente vai demonstrar uma correlação de ascensão. Em relação aos pequenos negócios de favelas e como que se estimula isso, as empresas têm políticas, eu não vou citar especificamente, para que elas possam trazer, mas elas têm projetos de incentivar empreendedorismo dentro das comunidades, buscando profissionalismo, buscando ampliar mercados. Há também o mercado dentro da própria comunidade, como é que se estimula o mercado ali para que seja um ambiente sustentável dentro de si mesmo, mas também buscando mercados fora. Acho que eu posso fazer uma provocação com as empresas associadas para que apresentem estruturalmente projetos de formação, projetos de empreendedorismo. Teve uma pergunta que o Danilo fez para o... para o Denis, não tem... assim, o CEP não determina se o motorista vai poder ou não se cadastrar na na plataforma, e ao contrário, o que a gente vê é que muitas pessoas Pessoas que por motivos individuais específicos, não teriam acesso ao mercado formal, conseguem ter acesso à renda por meio das plataformas. Então, também você tem um instrumento bastante importante de inclusão social. Sobre segurança, a pergunta que foi feita, existe sim um desafio por parte das plataformas em como informar ao motorista, existem mapas sobre regiões de maior risco. Agora, a gente tem que ter dois cuidados. O primeiro cuidado é, e aí é uma coisa mais objetiva, que é quem fornece esse dado. Então, quem vai dizer que aquela região é uma região perigosa ou não? É muito difícil para a plataforma se colocar em uma posição de dizer que é perigoso. Então, a gente precisa ter, primeiro, uma base de dados oficial. uma base de dados confiável e quais são quais vão ser esses cortes que vai dizer que aquela com é obviamente que o senso comum muitas vezes a gente tem a não entra naquela comunidade porque é perigoso mas o que vai dizer o que de maneira objetiva vai dizer acho que esse é o primeiro ponto e o segundo ponto que para a gente é mais importante ainda que dialoga com minha fala inicial é como é que a gente não discrimina não discrimina as comunidades É... A gente vai simplesmente dizer que aquelas pessoas, as comunidades, não vão ter acesso a aplicativos? Então, é uma pergunta que a gente tem que se fazer enquanto sociedade. Até que ponto, como é que a gente consegue equilibrar essa balança? Para que a gente permita que a pessoa que vive na comunidade... tem acesso ao aplicativo... ela possa, sim, se utilizar de um serviço de moto app, de um serviço de delivery, de um serviço de transporte por aplicativos, mas também você garanta a segurança de todos que estão ali envolvidos. Acho que tem um papel fundamental do Estado em relação à segurança pública. E também, obviamente, as plataformas têm a sua parcela de contribuição. Acho que buscando informar, buscando trazer dados, buscando ter uma análise mais objetiva em relação a isso. Esse componente é um ponto que a gente precisa discutir também. Como é que a gente não exclui... as comunidades do acesso a esse serviço. Acho que eu respondi todas as perguntas, senão estou à disposição para outras. Obrigado. Pode falar...

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26 de mar, 11:00

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Deu uma mudança. Obrigado, deputado Hélio Lopes, obrigado pelo convite. Parabéns pela iniciativa de realizar esse projeto. esse debate, centro de estudos, para que a gente possa trocar ideia sobre esse tema que está tão em voga na sociedade brasileira. Bem rapidamente, apresentando a Mobtec, a Mobtec é a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia. Associação que representa as principais plataformas que prestam serviços de tecnologia relacionados à mobilidade de bens e pessoas. Estamos falando não apenas de Uber e 99, que realizam o transporte de passageiros, seja em motos, seja em automóveis, mas também iFood, Amazon, Z Delivery, Lalamove, Shein, Alibaba, todas as plataformas que realizam o transporte também de mercadorias. Então, É disso que a gente está falando. E aí eu quero... dividir a minha fala aqui, sobre o tema que nos foi trazido, em dois aspectos. O primeiro aspecto é o papel das plataformas como oportunidade de geração de renda, Próximo. para os moradores das comunidades, e também o aspecto do deles como usuários do serviço, dos aplicativos. seja para transporte, seja para compra de mercadorias. Então, gostaria de dividir nesses dois tópicos. E falando em geração de renda, a gente está falando hoje de cerca de 2,2 milhões de motoristas entregadores no Brasil. dentro das plataformas associadas à Mobitec, sendo que, dentre eles, 65% se declaram pretos ou pardos. E... cerca de 80% de motoristas entregadores são da classe CDI. Então, a gente vê que efetivamente é um público que obtém, que enxerga ali nas plataformas como uma fonte, uma possibilidade de obtenção de renda. E uma renda que é extremamente compatível com as oportunidades que esse trabalhador também teria no mercado de trabalho. Isso, os dados que vêm sendo produzidos acerca do setor... É... tanto dados do SEBRAP quanto dados do IBGE, mostra que a renda, e falando de renda líquida, não renda bruta, porque a gente sabe que os custos relacionados à atividade estão com o trabalhador, a renda líquida dele é muito compatível com a renda de um trabalhador com carteira assinada no setor de serviços, por exemplo. E somado a isso... E aí eu acho que entra uma outra característica muito positiva do setor, esse trabalhador tem autonomia e flexibilidade. Então, ele pode... Ele pode adequar a sua realidade de vida, a atividade dentro da plataforma. Então, muitas vezes, uma mãe que não tem com quem deixar seu filho durante determinado período, ela, às vezes, encontra dificuldade em encontrar um emprego com carteira assinada, por exemplo, em que ela consiga adequar essa realidade e ela consegue, a partir dos aplicativos, obter renda. lhe é necessária. Além disso, metade desses 2,2 milhões são trabalhadores, um pouquinho menos da metade, sendo bem justo, cerca de 45%, porque eles atuam nas plataformas como complemento de renda. Então, é um trabalhador que tem uma fonte de renda principal, mas que muitas vezes essa fonte de renda não é suficiente para ela pagar as contas do dia a dia. Então, ele utiliza as plataformas para complementar a sua renda. Para fazer, ou até mesmo para algum projeto especial, quer trocar de carro, quer fazer uma viagem, ou chegar em um determinado período do ano, ele precisa de uma renda complementar. Então, ele utiliza as plataformas, porque é muito fácil. mas é muito mais simples você obter renda a partir de uma plataforma do que você passar por um processo seletivo, de um emprego, cumprir jornada, ter toda aquela rigidez, tem direitos, mas várias das obrigações também. Então, é muito simples você obter renda a partir das plataformas. E isso fica bem claro quando a gente olha, por exemplo, o estudo do Banco Central, que diz que as plataformas foram responsáveis por reduzir em quase um ponto percentual a taxa estrutural de desemprego no Brasil. Como existe esse novo mercado, essa facilidade, para que os trabalhadores consigam obter essa renda, a gente consegue reduzir significativamente a taxa estrutural de desemprego. E ainda na face da obtenção de renda, E aí não falando especificamente de motoristas e entregadores, mas é preciso a gente considerar aqui também os inúmeros estabelecimentos comerciais que conseguem ter acesso a outros mercados a partir das plataformas. Então você vê... e não apenas em regiões de alto poder aquisitivo, mas também em comunidades. pequenos estabelecimentos, uma vendinha, um pequeno produtor de marmita, por exemplo, que consegue, a partir de um aplicativo, ter acesso a um mercado muito maior, que ele não teria se não fossem os aplicativos. E a gente ainda avança um pouco, tratando o tema de comunidades, inclusive, muito oportuna a realização desse evento na data de hoje, que essa semana saiu uma série de matérias no jornal O Globo, falando sobre o tema, e tem uma matéria específica sobre os aplicativos dentro das favelas. Então, você tem, inclusive, já aplicativos dedicados exclusivamente a entregas em favelas. citando os nomes que foram citados na reportagem, tem o delivery das favelas, Favela Brasil Express, na Porta, que são aplicativos específicos para entrega em favelas, em comunidades. Então, acho que a gente precisa ter também em mente essa visão de oportunidades, de oportunidade de geração de renda, para os trabalhadores, seja motoristas, seja entregadores, mas também para os estabelecimentos comerciais, plataformas para ampliar seu mercado, obter renda e gerar receitas. Indo para o outro lado, agora, olhando o lado, como eu disse inicialmente, o lado do usuário, né, do nós, consumidores, que utilizamos as plataformas, acho que esse é o grande desafio hoje e a grande oportunidade, ao mesmo tempo, que as plataformas têm. Obrigado. Esse serviço hoje ainda é relativamente elitizado. Então, quem tem acesso, o acesso a esse serviço começa... por classe A e B, que tem acesso, consegue pagar. Então, acho que o grande desafio que os aplicativos têm hoje, que esse serviço tem hoje, é como que você consegue oportunizar para que a maior parcela da população tenha acesso a esse serviço que cada vez tem se tornado mais essencial. Então, você vê casos de donas de casa, por exemplo, de mães que... Dada a rotina de trabalho, não conseguem muitas vezes ir ao mercado fazer as compras e utilizam os aplicativos para fazer a compra mensal do mercado. E ali você ganha um tempo para ficar com sua família. Então, você tem... E como você amplia isso? Como é que você consegue gerar eficiência, gerar produtividade e ampliar esse acesso a um custo... acessível cada vez mais para a população. E isso tem acontecido, acho que essa ampliação do acesso tem acontecido. E aí eu queria citar alguns dados aqui, peço até desculpas por... pela enxurrada de dados que eu vou falar, e depois acho que a gente pode, de alguma maneira, estruturada a gente trazer isso, mas... Um serviço específico, por exemplo, o transporte de passageiros em moto, que a gente chama de Moto App, cerca de 60% dos usuários desse serviço tem renda familiar inferior a R$ 2.000,00. 60% em renda familiar inferior a R$ 2.000. 80% em classe CDI. que geralmente esse serviço é muito utilizado, que a gente chama de última milha. Então, a pessoa muitas vezes pega o ônibus ou o trem, ele vai até a estação final e depois ele faz essa última milha. Acho que o Denis, que me antecedeu aqui, trouxe o caso das comunidades, onde você vai até a porta da comunidade chegar à sua residência, porque efetivamente o cenário de insegurança existe. Então, mulheres, principalmente, utilizam muito esse serviço para não ter que andar na rua, ou para ganhar um tempo, enfim. Então, é um serviço que é bem acessível. 60% das viagens ocorrem em regiões não atendidas pelo transporte público, falando de Moto App. e aí vou trazer um recorte específico da região do Senhor, da região sudeste, cerca de 35% das corridas de aplicativos têm origem ou destino comunidades. Então... 35%. Então, acho que a gente muitas vezes fica acostumado com a nossa realidade, mas a gente não pode ignorar os números. É um serviço que sim, que ele atende e tem atendido cada vez mais comunidades que infelizmente, se vê em diante de, muitas vezes, um transporte público que não existe, ou um transporte público inacessível, e vê ali nos aplicativos uma oportunidade. E esse número tem crescido. Desde 2023, esse número tem crescido cerca de 50%. Então, cresce bastante. Falando um pouco de delivery, e aí não quero citar dados específicos de empresas, mas tentando, de alguma forma, generalizar o número, São feitos em comunidade. são entregues em comunidades, 30% dos pedidos de comida. Então, é um número bastante significativo, que também tem aumentado bastante. até não utilizar todo o meu tempo, as plataformas têm esse grande desafio. Essas plataformas são intermediadoras. elas intermedeiam a relação entre o motorista e o entregador, o consumidor final e, muitas vezes, o estabelecimento comercial, no caso de entregas que está vendendo... Ou seja uma comida ou seja um produto. O equilíbrio dentro desse ecossistema, ele é muito importante para que esse ecossistema se desenvolva e ele fique cada vez mais acessível. A gente não quer que esse serviço se torne um serviço elitizado ou ele fique um serviço que seja inacessível para as comunidades carentes ou para a população de baixa renda. Então... Quando a gente fala, e muitas vezes a gente fala de... de como que a gente melhora esse ecossistema, como que a gente cria uma regulamentação, a gente tem que ter isso em mente. A gente tem que ter em mente que... Ah... o custo dele O custo do serviço é um dos fatores fundamentais para que a população de baixa renda, a população de comunidades tenha acesso a esse serviço. A partir do momento que a gente eleva muito o custo, a gente vai estar excluindo... as comunidades de poder pedir uma comida, poder fazer um pedido de supermercado, ou poder até mesmo utilizar um carro de aplicativo para chegar, que seja na porta da comunidade, para a partir dali ter o transporte local, como o Denis comentou. É com base nisso que a gente coloca, é com base nisso que a gente quer colocar o debate, colocando dados, para que a gente não se restringe à nossa realidade e ignore toda a realidade do setor. Muito obrigado mais uma vez, estamos à disposição para o debate. Obrigado.

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