
da Comissão de Seguros de Automóveis e da Comissão de Seguros de Transportes. Então, nós, com a Comissão de Automóveis e de Transportes, temos trabalhado juntos. Então, o que está sendo construído, Eduardo, nesse momento? um produto de automóvel que cubra somente a segundo risco. Segurado não pagar dobrado, para ele pagar um seguro bem mais barato, no frota ou no caminhão individual, e no transporte ele pagar a parte que cabe à lei. Mas isso também não impede de algumas seguradoras oferecerem um produto de transporte mais completo. com assistência 24 horas, com limites maiores, e já tem alguns casos negociados no mercado. Ainda não é prática, mas tem algumas exceções no mercado sendo negociado assim. Então, já existe uma uniformização no mercado entre automóvel e transportes do que ofertar. E a maior parte da seguradora já começam a apertar dessa forma, tá bom? Obrigado. Nosso agradecimento aos senhores pelas palavras. Vamos agora entregar um troféu comemorado.
Primeiramente, obrigado pelo convite aí para estar representando o mercado de seguros. O mercado de seguros é muito importante para... colocarmos essa lei em prática... mas a gente enfrenta bastante desafios. nesse momento de implantação da lei. Tenho... estado muito em contato com a Amaral, que está aqui do meu lado. A NTT está sendo bem parceira nesse momento. O Eduardo colocou bem essa questão da prorrogação dos três meses, porque o mercado ainda precisa de um tempo maior para se estabilizar, Então, hoje o mercado de seguros está investindo muito em tecnologia e em sistemas. E quando a gente fala de sistema, são os prestadores do mercado de seguros, que são aqueles prestadores onde a gente faz as averbações dos embarques, precisaram ajustar o seu sistema para suprir o mercado de seguros. E também internamente o mercado de seguros ajustar os seus sistemas core, seus sistemas contábeis financeiros, para que a gente pudesse ter um produto adequado. para poder... Supriu os transportadores. E aí a gente enfrenta, neste momento, alguns problemas. Os sistemas já estão ajustados. A gente sabe que conforme resolução da NTT e resolução em SUSEP, a gente tem que seguir várias regras. e mais as leis. e estamos fazendo isso no Mercado Seguro, Eduardo Amaral, mas a gente precisa também, por parte dos transportadores, que eles também se adaptem. Por isso foi essa questão da prorrogação que o Eduardo colocou aí, e que é muito importante, não foi fácil colocar essa lei em prática, e a gente ainda está colocando essa lei em prática. Então, o principal desafio hoje é que, antes do embarque, é sair saída do caminhão antes do embarque Tem que ter a placa do veículo... no CTE e no MDFE. A gente sabe que o principal desafio hoje... é aumentar a quantidade de transportadores que a verba ouvia MDFE. Ainda não é a sua totalidade. Estima-se no mercado, por volta de 60% estejam... averbando via MDFE. Então a gente precisa garantir e incentivar, mais que garantir é incentivar, porque a gente tem que trabalhar em conjunto, órgãos reguladores transportadores e mercado segurador, para que os transportadores se adaptem e venham a verbar via o MDFE. Em conversas nos últimos meses com o Amaral aí, ele me mandou algumas reglamentações que o MDF é É para todo tipo de embarque já hoje. Então, é uma questão de adaptabilidade mesmo que a gente tem que conseguir. Outra coisa também que a gente não consegue travar no sistema, que é uma dificuldade operacional hoje para o mercado de seguros, e aí eu trago... enquanto experiência já do mercado, com esse período que a gente chamou de homologação, a questão de informação da placa. Muitas vezes informam a placa fictícia, porque o sistema não vai travar e conseguem informar e quando acontece o sinistro, uma placa fictícia. Então, no momento do sinistro, quando é o segurado mais precisa, Tem uma placa fictícia e fala: "Pô, o caminhão que aconteceu sinistro é X, a placa é Y". Como é que a gente faz isso? Eu já tenho alguns casos na prática, o mercado segurador nesse momento de uma alugação... está fazendo essas gostas, está pagando, mas a gente precisa também incentivar que seja a placa correta. Isso tem impacto para o transportador? Tem, tem bastante. Ok. toda uma mudança logística. que a gente não fazia até meses atrás, até anos atrás, e vai ter que começar a fazer agora. essa mudança logística aí. A questão do certificado também. Porque o certificado tem que sair com a placa do veículo. Então, existem muitas dúvidas ainda da colocação dessa lei em prática. Então, a gente tem conversado muito com corretores, conversado até com segurado, para explicar para eles como é que funciona a lei na íntegra. Primeira dúvida que surgiu também, que vale reforçar aqui, é sotaque. O transportador autônomo de carga deveria ter o seguro. Sim, ele deve ter o seguro. A gente já normatizou isso aqui com a NTT, com o SUSEP, com a própria NTC, ele tem que ter o seguro. O agregado, com certeza, e a frota própria também. Com certeza. Quem é o responsável seguro? que a gente fala né é quem é o emissor do CTE quem é o emissor do MDF é o responsável seguro porque muitas vezes uma transportadora tem uma outra transportadora trabalhando para ela como subcontratado então isso a gente tem explicado para o mercado como um todo é um período de aprendizado acho que lá atrás a gente teve um período também é similar a este que a gente está vivendo agora, meados de 2012. Para quem é mais antigo aqui do mercado, acho que tem bastante gente que lembra aqui, a verbaceão eletrônica. O Marial está dando risada porque ele sabe que a gente passou com isso, com a verbaceão eletrônica. E estamos aí hoje. Funciona perfeitamente bem. E isso é muito bom para o mercado, é bom para todas as partes. A questão da verbação eletrônica, e eu tenho certeza também que a questão do RCV, do RCDC e do RCT também serão muito bons para o mercado como um todo, para nós seguradores, para vocês, transportadores. Uma das coisas que em uma outra palestra que eu estive e a gente falou é uma conquista dos transportadores autônomos de carga ter seguro hoje. Porque a gente sabe que o mercado segurador não ofertava seguro para esse público. E agora a gente oferta. Está ofertando, a gente está aprendendo também a precificar. A precificação deve mudar ao longo do tempo, falando em nome de todo o mercado segurador. A gente ainda está aprendendo nesse primeiro momento, mas as coisas devem estabilizar... E, de acordo com o perfil de cada transportador, de cada segmento de transporte, será um preço diferente aí no futuro. Acho que era isso o resumo que eu queria fazer aí de entrada para vocês, mas estou aqui para responder qualquer pergunta... ou dos companheiros aqui da mesa, ou de vocês da plateia, tá bom? Muito obrigado.
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