
Pergunta. Então, como que é a indústria, né? Vou falar da... das indústrias que estão na BVA. que são... Vou te falar que eu acho que... Chega a 2%. do que tem no Brasil hoje comercializando. Porque hoje qualquer um que tem empresa, cadáver, vai lá em Porta da China e não tem nenhuma regulamentação proibindo tudo mais. As indústrias que a gente trabalha hoje, né? Que tá associada, né? Junto a BVE, fazendo os estudos e tudo mais. tem trabalhado muito bem em cima do que... A Ásia já tem como padrão. As maiores empresas que você pega lá da China, tem todo um padrão técnico a ser seguido. É isso que a gente está usando com base aqui no Brasil. E aqui no Brasil nós estamos também discutindo junto ao órgão do Inmetro. a questão de homologação das baterias, dos autopropelidos. ainda não tem questão sobre autopropelidos não tem uma questão sobre é uso de frenagem no ciclo motor e moto elétrica que são os veículos leves também na nossa categoria que nós defendemos, nós queremos... padrões. Já existe laboratórios no Brasil inteiro que faz essa questão de frenagem, tudo mais é então é muito importante essa questão da especificação técnica de ter um cadastro realmente, como eu falei aqui, a gente deu até... o nome de... É... senap né cadastro nacional de alto propelido para justamente cada vez mais melhorar a qualidade do produto e ter todo o rastreio, desde a indústria até o consumidor final. Entendeu? Então, essa é que a gente tem trabalhado bastante em cima dessa questão. Porém, nós precisamos de uma ajuda, de apoio. também do nosso governo para disponibilizar laboratórios ou incentivar laboratórios, criações de laboratórios aqui no Brasil. E a segunda... A segunda pergunta... Obrigado. Só repete para mim a segunda pergunta, por favor. Obrigado. De que forma impacta, né? De que forma impacta o... Obrigado. A burocracização, não é isso? De que forma a... de que forma a regulamentação mais rígida poderia impactar o crescimento do setor... de veículos elétricos no país. É, eu vou dar um exemplo, né, de, por exemplo, Cátia. É impossível autopropelido hoje... passar no CAT, não tem especificação técnica para passar. Então, porque são vários testes rígidos que são feitos, até porque os veículos que a gente está falando que passa no CAT, são veículos que são acima de são hoje o alto papel de quatro mil são ciclomotores de quatro mil watts e motos elétricas a gente tem hoje motos elétricas eu tenho motos elétricas no brasil que chega a 220 km/h. Então, assim, a gente está falando de um nível Muito, muito grande. Então, não tem como exigir cátio, mesmo especificação técnica para uma moto, pode por apelido. Então, senão não tem como. Então, a gente fala em criar o Cadastro Nacional de Autopropilíduo com as especificações técnicas para poder, por exemplo, Uma... uma identificação de um QR Code ou uma placa assim emitida, né? Vamos falar da China aqui, né? Igual o Alisson falou. Lá na China a gente paga uma taxa de 50 RMB para o governo para emitir uma placa para colocar no autopropelido. Aquilo ali é vinculado ao CPF e automaticamente todo usuário que comete qualquer infração, seja sem capacete, sem dano na contramão, seja fazendo... adulterando o veículo, ele tem a rastreabilidade e você consegue cobrar do usuário Essa questão, multando, rebocando, enfim. O que a gente precisa ter no Brasil também é realmente fiscalizar. A gente precisa ter fiscalização. Porque é um caminho sem volta. A mobilidade hoje é um caminho sem volta. Então, a gente precisa ter fiscalização. e também é tem que achar uma forma de de regulamentar, mas não burocratizar. porque são veículos que são de curta distância, você anda aí 20, 25 km no dia. Você vai trabalhar e volta. Você tem que parar para botar para carregar. Então, a gente não está falando de veículos que rodam 60, 100 km no dia. Então, é a gente conversar junto ao poder... legislativo Junto aqui com o seu deputado. e chegar no consenso para saber o que é melhor para nós no mercado. Obrigado. Agradecer.
Boa tarde, senhores. Boa tarde à câmera, boa tarde a todos que estão aí ao vivo. É... Eu sou Marlo Marcilli, sou diretor da BVE, Associação Brasileira de Vídeos Elétricos. É um prazer estar aqui. E eu quero começar dizendo que... A mobilidade elétrica no Brasil... ela não é mais uma tendência, né? Ela é uma realidade. Ela é uma realidade econômica, social e urbana. Hoje, em 2026, nós estamos falando de 2025, na verdade, está em 2026, mas ano passado, no faturamento de 20 bilhões de reais só no Brasil, com a questão da venda de veículos elétricos. e em 2030, com 50 mil empregos gerados já. É, diretamente, fora os indiretos. Fora o programa social que nós temos no Brasil inteiro, para a formação de mecânico de modos elétricos, já que é um ramo novo, a gente não tem isso no mercado. a empregabilidade no nosso setor... É... tá cada vez maior. Temos com a previsão de chegar até 2030 com 60 bilhões de faturamento anual, com mais de 100 mil empregos gerados em toda a cadeia, desde assistência técnica. até o pós-venda, peças, baterias, como é que foi falado aqui. Em 2021, 2022, 2023, estive aqui em Brasília, desenhando junto ao Senatran, né, o Contran, até o que ele tava com a gente fazendo... era até o Daniel Tavares, né, a 996, Onde a gente conseguiu... colocar... Aqui diferenciar na verdade o que é um autopropilido, o que é uma bicicleta elétrica do que é um ciclomotor. E... Hoje, infelizmente, o setor está um pouco desorganizado, sim, eu compro, Concordo com algumas falas que foram feitas aqui hoje. E a gente precisa regulamentar. Obrigado. Aqui no Brasil existem várias empresas sérias que investem, contratam, pagam imposto, dão garantia. Mas também tem muitos produtos, como o Alassi Landim falou aqui, entrando sem reastrabilidade. É, é. produtos com baixa qualidade. E isso tem afetado muito o nosso mercado, porque às vezes você vê o consumidor falando assim, bicicleta elétrica, autopropilido não presta. Na verdade é uma mentira. Isso aí é uma mentira, é inverdade, porque isso... Tem muito a ver com o comerciante que está trazendo aquele veículo. sem qualquer rastreamento, sem qualquer qualificação técnica, sem ter um engenheiro dentro da empresa para qualificar aquele produto. Então, a gente está aqui... Realmente para falar de alguns problemas e arrumar a solução para eles também. que, primeira coisa, são três problemas graves que a gente fala, que é o risco do usuário. Esses veículos carregam vidas. Então, a gente precisa realmente ter uma normativa técnica melhor... para quem produz aqui no Brasil. é o segundo é a concorrência de giliel com quem trabalha certo Tem toda a questão também, porque você vê um autopropelido... uma bicicleta elétrica, uma escuta elétrica sendo vendida a uma 5 mil é outra 10 mil reais. Quando você vai ver... é justamente essa qualidade técnica. São similares... Elas são similares a olho nu. mas tecnicamente elas são bens diferentes, entendeu? Questão de bateria, de segurança de bateria certificada. Inclusive falando em bateria, aproveitando a fala, né? Nós da BVE já estamos... já bastante avançado junto ao Inmetro. para fazer essa questão de homologação, os testes de laboratórios de bateria aqui no Brasil. para poder certificar, porque é um grande risco, né, o lítio, o iô, a gente sabe que o lítio é um grande risco, né, de incêndio e tudo mais, então nós precisamos ter qualificações. Sabemos também que a China... exporta muito bateria chamada "Second Hand" são baterias de segunda mão que são reutilizadas nos carros, que não prestam mais, são reutilizadas nas escutas porque elas são... tem o trajeto menor, então são menos exigidas do que no carro. Então, a questão de BMS reusada, então tem um padrão técnico que vai muito profundo. Se a gente fosse falar tecnicamente aqui, Nós falaremos o... o dia inteiro... do que é um veículo que ele compõe. Então, o negócio é... é bem mais mais fundo mas a nossa proposta também é só falar do veículo né a nossa proposta aqui é falar de segurança de indústria nacional emprego formalização e responsabilidade E eu acho que, nesse momento, nós chegamos agora na segunda fase. da legislação 996 2023. que a primeira fase foi aquela questão que nós falamos aqui, que foi... de classificar o veículo... visualmente, tecnicamente também um pouco sobre É, o que que são os veículos? O que é o propelido? psicomotor e bicicleta elétrica, a diferença, né? E o caminho do Brasil não é regulamentar, não é proibir, né? O caminho é regulamentar. E, assim, é... A gente criou até um... eu vou botar aqui o cenap né nós criamos dentro da associação chama um programa chamado cenap cadastro nacional de autopropelidos. O que é o Senap? É uma base nacional para organizar o setor. Ele permite identificar os fabricantes, importadores, comerciantes, veículos e usuários. Toda a cadeia, conforme o Wallace falou aqui, que isso já é vigente na Ásia, na Europa, se você pegar, é muito vigente. Eu vivo na China já há 10 anos, inclusive eu tenho indústria na China, Né? É... Então eu sei muito bem como funciona... o mercado lá e eu acho que a gente poderia pegar, não copiar, mas pegar o que tem de bom e trazer para cá e padronizar o nosso país, a nossa realidade, porque cada país também tem sua realidade e população diferente. Então, assim, o Senap, a gente não fala de... de burocratização, né? A gente fala de identificar... de ter um chassi ali, de ter um número de chassi vinculado a um QR Code, já que a gente está nessa fase de... de essa fase de indústria, essa fase de atualização sempre, QR Code, acho que uma placa já é mais, né, ou uma mini placa ali, que a gente fala mini placa, mas acho que é uma coisa passada, acho que um QR Code no veículo identificando... Ali quem o... quem é o fabricante que é o que é o comercial é que tá comerciando tudo comercializando tudo mais e quando a gente fala do Senap, o ponto ideal é a responsabilidade da cadeia. que é definir a responsabilidade fabricante portador precisa registrar o produto e fornecer informações técnicas o comerciante precisa vender o produto regular vincular ao cpf do comprador e orientar o usuário o usuário precisa validar o cadastro manter os dados atualizados responder pelo uso do equipamento é muita das vezes Hoje o veículo é vendido e ninguém sabe... Quem é o... importador, quem é o fabricante. Não tem identificação nenhuma. Acontece algum... Eu... problema técnico e não sabe de onde é. Entendeu, senhor deputado? Então, isso traz uma visibilidade. Uma outra coisa também que nós colocamos aqui, que o CPF seja... de pelo menos com 16 anos. que a idade mínima que a gente acha hoje... que é viável para poder... pilotar um autopropelido em uma via de baixa velocidade. E ele também tem uma orientação online, tem um curso, um certificado através de algum... algum programa online, para eles saberem o que é uma direita, esquerda, sinal vermelho, se pode pegar a contramão, se não pode, qual lado tem que andar, se é do lado direito, se é do lado esquerdo. Então, são coisas básicas ali que a gente precisa para não burocratizar... essa questão. Inclusive, a gente chamou disso de uma habilitação especial chamada... H.E.A. que a gente chama de E. Habilitação Especial para Autopropriados. Porque hoje o que mais tem causado No Brasil, essa confusão... é de ciclista e net de de alto propelido ciclomotor na verdade esse Código de Trânsito Brasileiro, é o autopropelido que veio pra cá, tomou uma grande proporção e não teve uma regulamentação É totalmente correto. Então, isso é trazer segurança na circulação. é do desses veículos O equipamento hoje é 32 km/h, mas a gente deixa aberto também, a gente acha que cada município, cada prefeito, ele pode ali regulamentar a questão da velocidade. Vamos pegar exemplo lá do Rio de Janeiro, né? Eu sou carioca da JAMA, mas rodo o Brasil inteiro, mas eu gosto de falar muito do Rio de Janeiro, que hoje está proibido o uso da ciclovia, infelizmente por um decreto. incondicional é mas que jogou todos ver com na rua mas vamos falar de Niterói que eu acho que é uma cidade ali do lado do Rio né que eu sempre elogiei as meninas aqui sobre isso que Iterói é uma cidade diferente a gente tem mais educação vamos falar assim parece que o povo tem mais educação então prefeito lá colocou que é 25 km/h certo 20? 20 km por hora. Então, acho que regulamentar a ciclovia, sim, mas proibir, o veículo a andar fora da ciclovia isso aí é aumentar cada vez mais o risco de acidente, jogar no meio dos carros. a competência do município eu acho que o limite via vai, pode fiscalizar, pode complementar, mas não inviabilizar uma categoria sem fundamento técnico, né? Hoje, como eu falei... nós empregamos milhares de pessoas no brasil e Eu desconheço... Eu desconheço hoje no Brasil algum segmento É porque eu tenho vários tipos de segmento, né? pessoalmente falando Eu desconheço algum. segmento que cresce mais diariamente no Brasil do que a venda, a comercialização de veículos elétricos. E não só a venda e comercialização, mas também locação. Oportunidade para jovens de periferia aprender uma profissão. Oportunidade para jovens fazer seu delivery. Então, é muito mais além... do que a gente pensa. E é uma... E é uma ótima oportunidade, assim, para... para o governo... poder regulamentar isso de uma vez por todas e também trazer a população para si próprio, para fazer a questão da educação de cada usuário. Então, uma segunda questão que nós falamos aqui... que é muito... muito importante que é a seguinte, é a combate à informalidade, sonegação em produto irregular. Com o Senap, por exemplo, Felipe Alves... É... o daniel próprio daniel tavares né falou sobre a questão de Tecnicamente. É... adulterar as características, adulterar as características do veículo, vender um veículo dizendo que é que é autopropelido e na verdade ciclomotor e com o SENAP, o Cadastro Nacional de Autopropelido, a gente consegue fechar essa brecha de uma vez por todas, porque o fabricante vai ser responsabilidade se estiver vendendo um veículo que não seja característica ou não esteja dentro da norma. Então isso aí, além de acabar com isso, também acaba com a questão do produto irregular. com o combate à sonegação, venda sem nota, que isso tudo a gente sabe que acontece muito e é uma concorrência muito desleal para o nosso setor. Entendeu? Então, veículo alterado. Então, o setor de mobilidade já movimenta volumes relevantes no Brasil. E é assim, cada vez mais São muitos veículos na rua. Então eu quero... finalizar aqui com uma Com uma palavra que é o seguinte, né? A gente está falando... desta categoria de jovens periferia que são É... que tem oportunidade, que não tem formação, que a gente hoje tem, no Rio de Janeiro, tem vários programas de delivery para essas pessoas. Estão falando de trabalhadores, mães, pais. Hoje... Os veículos levíssimos, os veículos levíssimos, eles são O futuro... do Brasil. até o índice Até o índice. de violência no trânsito ele foi reduzido por causa do autopropelido, que autopropelido nada mais é do que um veículo de fácil acesso... É um veículo que não tem burocracia. Porém, hoje... sustentável, uma política ESG, que a gente tem falado muito no Brasil, mas que hoje a gente precisa... adicionar algumas teses, alguns... requerimentos. Nessa 996. Então... Eu finalizo aqui, agradeço pela oportunidade. e estou à disposição aí para depois quem quiser conversar mais um pouco, porque o tempo é curto. E a gente tem muita coisa a te falar. Obrigado, gente. Me dirijo as palavras ao senhor...
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.