
O parlamentar discute a necessidade de fortalecer a fiscalização do trabalho escravo e infantil, defendendo a criação de um fundo orçamentário específico para a Auditoria Fiscal do Trabalho, similar ao que possuem outras instituições como AGU, Polícia Federal e Receita Federal. O orador destaca a precariedade das condições de trabalho atuais dos auditores, mencionando a falta de equipamentos de proteção, veículos e recursos para fiscalização, especialmente na Amazônia. Além disso, critica a fragilização de instrumentos como a "lista suja" do trabalho escravo e defende a nomeação de um ministro no STF que seja oriundo do mundo do trabalho.
O Parlamentar aborda a importância da erradicação do trabalho escravo no Brasil, destacando o papel fundamental da fiscalização realizada pelos Auditores Fiscais do Trabalho. Critica a descredibilização da 'lista suja' do trabalho escravo, apontando que interferências políticas e pareceres jurídicos não técnicos têm facilitado a saída de empresas dessa lista. Defende o fortalecimento do quadro de auditores, o combate à precarização laboral, como a pejotização, e reforça a necessidade de manter a integridade dos processos administrativos de fiscalização para garantir a dignidade no ambiente de trabalho.
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