
O representante da UNESCO defende que instituições públicas devem ser exemplos de integridade da informação e transparência, além de implementar de forma sólida políticas de alfabetização midiática e informacional para fomentar o pensamento crítico na sociedade.
O representante da UNESCO discute a integridade da informação, enfatizando que combater a desinformação exige além do debunking, políticas de educação midiática, proteção a jornalistas e cientistas e uma governança rigorosa para plataformas digitais e inteligência artificial.
O representante da UNESCO alerta que a inteligência artificial possui impactos transversais em diversas esferas da vida, destacando o risco de aprofundamento das desigualdades e a necessidade de políticas públicas para a alfabetização em IA e para o tratamento adequado da diversidade linguística nos modelos de linguagem.
O representante da UNESCO discute como os algoritmos e a inteligência artificial generativa impactam a esfera pública, promovendo câmeras de eco e a concentração de informações que comprometem o debate democrático.
O representante da UNESCO discute desafios da governança de plataformas digitais e inteligência artificial, defendendo políticas públicas baseadas em direitos humanos e transparência, focadas na regulação dos processos sistêmicos de comunicação e na mitigação de riscos sem comprometer a liberdade de expressão.
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