
No conselho de ética, a inocência é defendida. O orador nega vínculos com milícias e confia na justiça, apesar de investigações e acusações. Alega injustiça nas denúncias e destaca que a polícia federal não ouviu todos os envolvidos. Sugere que a verdade deve ser buscada por novas investigações.
O orador discute a falta de interesse em regularizar construções irregulares, mencionando a exploração das áreas invadidas e a ausência de controle. Ele defende que os moradores desejam regularização, mas nega qualquer vínculo com milícias, afirmando que sua família nunca invadiu terras e que lidaram com questões de herança de maneira adequada. Finaliza criticando a narrativa da polícia federal a seu respeito.
O depoimento discute a indicação de Kátia Lenize, mãe de um preso por milícias, levantando suspeitas de corrupção e conexões políticas. Domingos Brasão nega envolvimento em corrupção e relação com milícias, afirmando desconhecer Kátia e Fininho. Responde a questões sobre influência política e possíveis ameaças, defendendo-se de acusações relacionadas ao assassinato da vereadora Marielle Franco. Alega não ter participado de articulações criminosas e refuta conexões com indivíduos implicados em atividades ilegais. O depoente confirma a existência de milícias, mas nega qualquer ligação com seus atos.
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