
O Consultor da CEPORTOS destacou a parcialidade de uma proposta aprovada por uma comissão voltada para interesses empresariais, desconsiderando garantias dos trabalhadores e o princípio da progressividade. Ele criticou a falta de participação sindical nas negociações e a autonomia excessiva dos operadores portuários, alertando para um retrocesso nas condições de trabalho e na paz social nos portos. Representou a posição das federações portuárias.
O Consultor da CEPORTOS expressou preocupações sobre a exclusividade no setor portuário, defendendo sua importância para a sobrevivência dos trabalhadores. Criticou a posição da Fenop contra essa prática, alertando sobre a precarização do trabalho e a diminuição de direitos sociais. Enfatizou a necessidade de inclusão dos trabalhadores nas discussões legislativas e a falta de pluralidade nas comissões, reiterando a garantia de direitos trabalhistas e de saúde no setor.
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