
A participante, gerente na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, relata a experiência do DF como território piloto na implementação da Agenda Prioritária das Mulheres. Destaca que o enfrentamento de ISTs, como HIV, sífilis e tuberculose, exige uma articulação intersetorial que ultrapassa o setor da saúde, envolvendo educação, assistência social, justiça e legislativo. Aponta dificuldades na sensibilização desses atores para a corresponsabilidade no cuidado integral feminino e informa a criação de um comitê institucional no DF para fortalecer a governança e a implementação da agenda, visando servir de modelo para outros estados e municípios.
A participante relata a dificuldade enfrentada por famílias que possuem membros com deficiência, como o autismo e a síndrome de Down. Ela critica a postura de setores religiosos que buscam curas milagrosas para o autismo e enfatiza a necessidade de adaptar a sociedade ao espectro, em vez do contrário. Defende a importância das escolas de ensino especial e a oferta de terapias ocupacionais adequadas. Além disso, aponta a sobrecarga familiar e a falta de suporte efetivo por parte do Estado, especialmente no Distrito Federal, reivindicando que o acompanhamento estatal não se limite apenas à primeira infância, mas abarque todo o desenvolvimento da pessoa com autismo.
A Participante expressou gratidão pela oportunidade e enfatizou a importância de políticas de segurança para solucionar casos de pessoas desaparecidas, destacando a necessidade de acolhimento e resposta às famílias.
Participante expressa ter diabetes, resistência à insulina e obesidade após gravidez; toma medicação para colesterol e coração, e pergunta se ainda é possível melhorar e diminuir remédios.
Participante refere importância de acompanhamento pós-operatório com alunos.
Aplicativo para agenda médica foca em clínicos, questiona-se se existe opção para medicamentos de alto custo em farmácias especiais e se há possibilidade de auto-custo. Não há conhecimento sobre a existência de tais recursos.
Participante destacou importância de ter clínico especializado, como endócrino, para casos que requerem atenção especializada; mencionou dificuldade de agendar consultas, exemplificando com história pessoal de sua irmã, que teve dificuldade em agendar consulta com endócrino e teve que tomar medicação por um ano sem consulta; enfatizou necessidade de equipe multidisciplinar para avaliar necessidade de cirurgia.
Participante está preocupada com a dificuldade de obter ajuda especializada para perder peso, apontando falta de educação em saúde e dificuldades em encaminhamento a especialistas certos. Ela deseja melhorias nesse ponto e pede orientações práticas para ajudar sua irmã e outras pessoas em situação similar.
Participante criou associação de mulheres em Real Gobbi para combater assédio no trabalho, resultando em um programa de conscientização após colaboração com outros grupos. Finaliza mandato, deixando um legado e agradece apoio das colaboradoras e Noemi.
Participante questiona sobre a aplicação de punição e multa a crianças do primeiro ano da escola.
Participante sublinhou importância de leis juvenis, mas lamentou sua ineficácia. Abordou impacto da creche e pré-escola no desenvolvimento infantil, criticou educação domiciliar, e pediu prioridade a direitos da juventude e condições de vida das crianças. Mencionou diferentes posições políticas e concepções de mundo.
Participante chegou inicialmente preocupada, mas agora está nervosa falando em público, e gosta de estudar assunto mencionado.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.