
O Senador defende a reconstrução e o licenciamento ambiental da BR-319 para garantir a interligação rodoviária de estados da região Norte ao restante do país.
O Senador posiciona-se contra a concessão da hidrovia do Rio Madeira, defendendo que o setor produtivo não suporta mais custos. Ele defende a responsabilidade do governo federal na gestão e crítica o modelo de privatizações que onera o transporte e a sociedade.
O Senador destacou a insegurança jurídica no campo causada por embargos ambientais massivos do IBAMA na Amazônia. Defendeu o direito de propriedade, a revisão de multas coletivas e a regularização fundiária para resolver conflitos históricos de terra e garantir a viabilidade da produção rural.
O Senador destacou a relevância do cooperativismo para o desenvolvimento do setor produtivo, financeiro e agrícola brasileiro, defendendo a integração de produtores ao sistema cooperativista para fortalecer a economia.
O Senador incentiva a participação de empresários na política, defende o combate à receptação de cargas, propõe flexibilização da lei de paradas para caminhoneiros e coloca seu gabinete à disposição do setor.
O Senador destacou que o rastreamento do gado seguirá o mesmo padrão da soja, alertando sobre a possível transformação das atuais grandes empresas do setor. Ele mencionou que a implantação do rastreamento deve começar em 2025, apesar de tentativas de adiá-lo para 2026.
O Senador reconhece que todos erram e critica acordos de desmatamento. Compartilha sua experiência familiar no setor madeireiro e defende a justiça para aqueles que desmataram até 2008. Alega que a situação se agravará se não forem tomadas medidas. Enfatiza a importância de reconhecer as aptidões das terras e a necessidade de ação imediata.
Senador expressa preocupação com a moratória da soja, criticando o Ministério do Meio Ambiente e defendendo os direitos dos produtores, destacando a importância de respeitar o Código Florestal e a preservação da Amazônia sem penalizar agricultores.
Senador discutiu problemas sérios na Amazônia, destacando a regularização fundiária e os embargos que afetam a produção rural. Mencionou a importância do pequeno produtor e a rastreabilidade do gado, alertando para dificuldades crescentes na venda devido a áreas registradas com problemas. Enfatizou a necessidade de união entre parlamentares para enfrentar esses desafios.
Senador agradece Brasil e descendentes italianos por contribuição ao país; destaca união Brasil-Itália e solidariedade com Rio Grande do Sul em face de catástrofe.
Senador discute reforma agrária, cláusulas resolutivas e a importância de ajudar pequenos produtores rurais em Rondônia, alertando sobre problemas com a distribuição do FNO e o BasA. Sua proposta é repassar pelo menos 40% dos recursos do BasA para bancos cooperativos, beneficiando a agricultura familiar na região norte, centro-oeste e nordeste.
Senador discorre sobre justiça a distritos no norte do Brasil, especialmente em Rondônia, mencionando a criação de municípios em áreas com populações consideráveis e produtivas, bem como a necessidade de melhorar as condições de vida e logística na região. Alude à situação de produtores rurais e solicita equidade em políticas de proteção da dívida.
Café impulsionou agricultura no Brasil, foi principal exportação; Senador comemorou 50 anos da Associação Brasileira da Indústria do Café. Café robusto se adaptou em Rondônia, com produtividade alta e qualidade excelente. Cultivo de café emprega maioria de pequenos produtores.
Senador propõe priorizar regularização de pequenos produtores sem terra em reunião sobre problema do Ibama; destaca importância deles para sustento e redução de desmatamento; pede atenção às famílias em áreas embargadas com no máximo 4 módulos.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.