
Beleza, obrigado. saudar a mesa meu mestre Chico Simão não gosta de chamar não mas eu estou aqui foi porque ele que me ensinou a brincar boneco meu mestre as pessoas que estão aqui meus meus amigos de ponte de cultura Tereza Babá Joel, lá de Planaltina, o Mirim de Ceilândia, a gente veio com alguns pontos de cultura justamente para comemorar, para saudar esse momento. São 20 anos de muita luta também, porque a gente teve um momento difícil, como os colegas falaram, o Deise falou, a gente passou um momento muito difícil, principalmente os pontos de cultura do Distrito Federal, que a gente foi esquecidos. os pontos de cultura do Distrito Federal foram esquecidos. Então, a gente conseguiu avivar os pontos de cultura através da volta do nosso grande mentor, mestre Lula. E a gente conseguiu dar uma volta por cima também, porque esse momento que... da volta, principalmente da Aldeblanca, a gente conseguiu mostrar que a gente é muito forte, né? A gente continuou na nossa batalha, nossa luta, nossa briga de todos os dias. Então, precisamos comemorar, sim, comemorar um momento como esse, um dia como esse, e que esse dia seja muito especial, né? para que a gente possa todos os dias falar de ponto de cultura, falar dessa vivência, que a gente sempre comenta lá na comissão de ponto de cultura, que a gente deixa de ser uma política de governo e vira uma forma de viver. Vivemos cultura, vivemos ponto de cultura e vivemos cultura viva. Viva cultura viva. Obrigado.
Participante representa a FAG, destacando a importância do veto 38 sobre o laudo permanente e solicitando apoio, mencionando atuação no CONADE e a presença de César da retina Brasil.
Babá Walter se apresenta como representante de terreiros tradicionais africanos, expressa preocupação com respeito às crianças e à sua ancestralidade, denuncia racismo religioso e desrespeito às crenças afro-brasileiras, e destaca a importância da representação positiva da África e suas culturas na educação escolar.
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