
A Deputada critica o discurso de uma parlamentar, refuta ataques contra a população LGBTQIA+ e denuncia a violência e a marginalização enfrentada por esse grupo no Brasil, defendendo o direito de ocuparem espaços na sociedade.
A Deputada solicita que outra parlamentar assuma a presidência da sessão para que ela possa utilizar o seu tempo como líder, solicitando também que o tempo de sua inscrição seja somado ao tempo de liderança.
A Deputada cede o tempo de liderança do bloco partidário para a palavra de outra parlamentar.
A Deputada assume a palavra na qualidade de líder da federação.
Deputada realiza agradecimentos e conduz o rito parlamentar em sessão, passando a palavra para orador seguinte.
A Deputada contesta o termo "opção sexual", argumentando que a orientação sexual não é uma escolha, mas uma condição inerente. Defende a criação de datas comemorativas para grupos marginalizados, como bissexuais, ressaltando o valor simbólico dessas datas para a visibilidade, memória e enfrentamento à bifobia e à LGBTfobia. A Deputada destaca que, embora tais medidas não resolvam sozinhas as desigualdades estruturais, são fundamentais para promover o reconhecimento e a inclusão social daqueles que são frequentemente invisibilizados.
A Deputada defende que determinadas pautas ou ações são possíveis no âmbito da Casa Legislativa.
A Deputada questiona a presidência sobre o rito processual para a votação de um novo relatório, sugerindo a dispensa da leitura do parecer por já ter sido publicado há mais de 24 horas, visando a celeridade dos trabalhos diante de um cenário de obstrução legislativa.
A Deputada critica a existência de discursos de ódio e preconceito contra a população LGBTQIA+ no Parlamento. Ressalta que a prioridade de seu mandato não é entrar em embates sobre a relevância de opiniões políticas, mas sim pautar a dignidade, a inclusão e o combate à violência sistemática praticada contra pessoas LGBTQIA+ no país, mencionando a postura do partido PL diante das decisões do Supremo Tribunal Federal sobre o golpe de Estado.
A Deputada manifesta-se contra a retirada de pauta de uma discussão sobre direitos e segurança da população LGBTQIA+. Ela enfatiza que a violência e o ódio não se limitam à morte física, mas também atingem aspectos subjetivos e simbólicos, e declara que recorrerá às instâncias superiores sempre que a Casa se omitir diante desses abusos. Além disso, critica o Partido Liberal (PL) e apela para que o Supremo Tribunal Federal proteja a Constituição, a qual alega ser desrespeitada cotidianamente.
A Deputada discursa em defesa dos Direitos Humanos e contra a violência estrutural e o preconceito. Ela elogia a postura da presidência da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial ao pautar temas essenciais e resistir a narrativas falaciosas. A parlamentar denuncia os altos índices de violência contra a população LGBTQIA+, mulheres e povos indígenas, defendendo a necessidade de que o Parlamento atue no combate às desigualdades e na garantia de dignidade e direitos para todos os cidadãos, rompendo com ciclos de ódio e barbárie.
A Deputada solicita e obtém a dispensa de leitura de documentos para agilizar o encaminhamento à votação em plenário.
A Deputada solicita a dispensa da leitura do relatório já publicado para dar continuidade imediata à discussão e votação da matéria.
A Deputada manifesta voto favorável ao projeto de lei que propõe isenção de ICMS para compra de próteses mamárias destinadas à reconstrução de mamas em mulheres submetidas a mastectomia, visando promover justiça tributária e auxiliar na recuperação da autoestima e saúde emocional das pacientes.
A Deputada manifesta voto favorável à aprovação de projeto de lei que introduz a aplicação de multa diária em casos de descumprimento de medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha, visando fortalecer a proteção às vítimas de violência doméstica.
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