
O Deputado profere discurso de teor ininteligível, com repetições e trechos em idioma estrangeiro, impossibilitando a compreensão de sua pauta.
O Deputado critica trecho de projeto de lei que permite cirurgias reparadoras pelo SUS, alegando que a redação do texto abre margem para a realização de cirurgias de mudança de sexo e solicita a retirada do projeto de pauta.
O Deputado solicita a retirada de matéria da pauta de votação da reunião.
O Deputado defende a inclusão de agentes de trânsito e guardas municipais no artigo 144 da Constituição Federal, argumentando que esses profissionais atuam diretamente na segurança pública e merecem o devido reconhecimento legal.
O Deputado critica um discurso proferido anteriormente por um parlamentar de esquerda, alegando que o conteúdo era confuso e preparado pelo PT. O parlamentar defende Flávio Bolsonaro, argumentando que as tentativas de desgastar sua imagem são ineficazes e acabam por fortalecer sua figura política. Por fim, o Deputado destaca que o sistema de pagamentos Pix foi implementado durante o governo de Jair Messias Bolsonaro.
O Deputado critica um colega por suas declarações sobre a família Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro. Ele rebate comentários irônicos sobre uma fotografia de Flávio com o ex-presidente Donald Trump e defende a atuação do senador. Além disso, o Deputado enfatiza que o sistema de pagamentos PIX foi implementado durante a gestão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, refutando acusações contrárias feitas pelo parlamentar anterior.
O Deputado critica a postura do ex-Governador Helder Barbalho quanto ao combate ao crime organizado no Estado do Pará. O parlamentar afirma que o ex-Governador falhou em sua gestão ao não enfrentar as facções criminosas que dominam a segurança pública e impõem taxas extorsivas a comerciantes em Belém. O Deputado contesta a sugestão do ex-Governador de que o foco do combate ao crime deve ser centralizado no Rio de Janeiro, argumentando que a solução deveria ser interna, utilizando as polícias estaduais e sistemas de inteligência, e acusa o ex-Governador de omissão e falta de competência técnica para lidar com a violência.
O Deputado critica a gestão da segurança pública no estado do Pará sob a administração do atual Governador. O orador argumenta que o estado enfrenta o domínio de organizações criminosas e que o Governador se omite ao transferir a responsabilidade do combate ao crime para o governo federal ou para o estado do Rio de Janeiro. Além disso, o Deputado repudia a postura do Governador em audiência na CCJC, acusando-o de desconhecimento técnico e covardia ao evitar posicionar-se sobre a classificação de facções criminosas como terroristas.
O Deputado critica duramente outro parlamentar, acusando-o de defender pautas progressistas, como a existência de crianças trans e a liberação de drogas. O orador reafirma sua defesa da família Bolsonaro e refuta as críticas feitas ao grupo, questionando a conduta cristã do colega. Além disso, menciona a Comissão de Direitos Humanos e critica o Projeto de Lei n° 3.369, de autoria do Deputado Orlando Silva, alegando que a proposta permitiria relações incestuosas.
O Deputado critica duramente um parlamentar, questionando sua conduta religiosa e suas pautas políticas. Afirma que o adversário defende o aborto, a liberação de drogas e criminosos, além de atacar a família Bolsonaro com narrativas falsas. O orador defende o ex-presidente e atribui ao governo atual a proteção de facções criminosas e a responsabilidade pelo caso Marielle Franco, desafiando o parlamentar a se retratar publicamente por suas declarações.
O Deputado parabeniza o Deputado Sargento Fahur por seu posicionamento em relação à proteção de crianças. Aponta que o desaparecimento de menores, envolvimento com seitas, crimes sexuais em embarcações e tráfico de órgãos são problemas graves, citando especificamente a realidade enfrentada no estado do Pará. Defende a aprovação de uma proposta legislativa que visa socorrer e proteger crianças em situação de vulnerabilidade e alto risco.
O Deputado manifesta concordância com a assinatura do projeto pelo colega Sargento Fahur.
O deputado defende a valorização da mulher e critica ideologias educacionais que, segundo ele, distorcem valores familiares e o papel feminino na sociedade, incentivando os jovens a preservarem seus valores morais.
O deputado manifesta oposição a projeto sobre locais da ditadura, sugerindo, ironicamente, a inclusão do Supremo Tribunal Federal como espaço de arbitrariedade, citando episódios de violência e o contexto histórico do regime militar.
O deputado critica a ausência do Diretor da Polícia Federal em comissão parlamentar, classificando-a como covarde. O orador defende o ex-presidente Bolsonaro contra acusações de corrupção, argumentando que este sofre perseguição política, e rebate críticas da oposição comparando a postura do governo atual com a do anterior, especialmente no que tange a investigações envolvendo familiares de Lula e a atuação do Diretor-Geral da PF. O parlamentar reafirma sua convicção de que essa gestão terminará e destaca que a justiça prevalecerá.
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