
O Deputado critica a postura de parlamentares do Partido Novo e da extrema-direita em relação à jornada de trabalho 6x1. O parlamentar defende o fim dessa escala, argumentando que a exaustão laboral é um fator determinante para o alto índice de ansiedade, depressão e suicídio no Brasil. O Deputado compartilha sua trajetória pessoal como estudante bolsista e trabalhador sob o regime CLT para contrapor a falta de vivência daqueles que se opõem à pauta. Por fim, o parlamentar questiona a hipocrisia de críticos do governo que apenas demonstram interesse pelos trabalhadores em períodos eleitorais por medo de represálias nas urnas.
O Deputado critica a ausência de parlamentares de oposição no plenário, associando a fuga deles ao caso de corrupção envolvendo a família Bolsonaro e o esquema do Vorcaro. Ele contesta as declarações de defesa de Flávio Bolsonaro sobre o uso de dinheiro público e da Lei Rouanet, acusando-o de desviar recursos de fundos garantidores. Além disso, o parlamentar ataca a gestão do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, por suposto favorecimento a mineradoras e aumento salarial, reafirmando seu posicionamento contra o bolsonarismo.
Presidente, senhores deputados, Senhoras e deputadas, eu venho aqui hoje nessa tribuna fazer um apelo... Um apelo para os deputados que estão atuando para atrasar a tramitação da votação da PEC pelo fim da escala 6x1... Em nome do povo brasileiro, pedi pelo amor de Deus para a gente votar logo essa proposta para acabar com essa maldita dessa escala 6x1. criar agora uma tal de uma comissão especial para ouvir os empresários. Porque diz que nós não podemos acabar com a escala 6x1, sem antes ouvir os empresários para saber se estão de acordo ou não. Agora, na hora de votar benefício fiscal para esses empresários, nós não precisamos consultar o trabalhador brasileiro para saber se ele estava de acordo ou não. A gente tinha que ter feito igual. Vamos criar uma comissão agora, antes de aprovar cada benefício fiscal. Aí a gente coloca nessa comissão um representante de cada categoria profissional no nosso país. Aí a gente vai chamar eles e vai perguntar assim, ó, vem cá, você está de acordo? Você autoriza eu pegar o seu dinheiro, o dinheiro do seu imposto e socar no bolso de empresário milionário? Você autoriza eu pegar o dinheiro suado que você paga lá para o governo todo mês de imposto e colocar para empresário ter isenção de IPVA, de lancha, de iate, de jatinho? Não. Quando é para ferrar com o povo brasileiro, a gente aprova da noite para o dia. Agora, quando é para beneficiar o trabalhador, tem essa demora toda. Ou seja, quando a gente vai aprovar um benefício para o trabalhador, a gente tem que ouvir o patrão primeiro. Aí a gente não precisa ouvir o trabalhador primeiro, é só empurrar tudo no lombo do trabalhador, enfiar tudo goela abaixo. O povo não aguenta mais, exige a votação rápida, acelerada. do fim dessa escala 6 por 1. E agora a gente teve aqui um sem vergonha de um deputado, um que usou o jatinho do Vorcaro para fazer campanha, que está atolado até aqui no escândalo do Banco Master, que teve coragem de propor o Bolsa Patrão. Você que está me assistindo. Você sabe o que é o Bolsa Patrão, se ele for aprovado? O que significa o Bolsa Patrão? É a gente pegar o seu dinheiro, o dinheiro do seu imposto, e dá lá para o bonitão do empresário, que é a tadinha do empresário. Ele vai implementar a escala 6x1, ele vai ter prejuízo. Quem está agindo para impedir a votação da escala 6x1, só quero dizer uma coisa, o que é do 6x1 está guardado. O povo não é bobo, o povo está vendo, esse ano é ano de eleição, e a gente não está perdendo. Pedir voto não, porque o povo não é bobo e o recado está dado. Quem for contra o fim da escala 6x1, não volta. E aí
Normalmente eu utilizo essa tribuna para falar de coisas grandes, de assuntos que têm relevância para o nosso país. Mas hoje eu vou abrir uma exceção... para falar de um verme. Romeu Zema declarou essa semana que vai obrigar os marmanjões que recebem o Bolsa Família a trabalhar. Ficou valentão, machão, bateu no peito, falou que vai obrigar esse pessoal a trabalhar, porque, segundo ele... eles querem deixar o Bolsa Família para os filhos, para os netos, como se fosse uma herança. Com essa fala, o Zema prova que ele não entende absolutamente nada de dois assuntos: Não entende do programa Bolsa Família, porque não sabe que o programa tem requisitos e que não é possível você deixar de herança para o filho, para o neto e etc. E, principalmente, mostra que não entende nada, absolutamente nada de povo, de gente, porque realmente acha que as pessoas vivem de R$ 600,00. de um Bolsa Família. Bolsa Família, Romeu Zema, é um complemento de renda. A mãe de família que recebe esse benefício, ela vive fazendo bico para poder sobreviver no salão de beleza, fazendo uma unha, vendendo produto de beleza. O pai de família também está lá servindo mesa de bar, está vendendo espetinho. Ninguém vive de 600 reais, não. Ninguém quer ser pobre, ninguém gosta de ser pobre, não, Zé. E olha que dado interessante que provavelmente você não sabe. Só nesse ano de 2026, 1 milhão e 300 mil pessoas saíram do programa Bolsa Família voluntariamente. Se as pessoas foram lá e falaram assim, governo, Lula, olha aqui, eu não quero mais receber o Bolsa Família porque eu não preciso. Porque eu estou trabalhando. E isso é o sonho de todo mundo que está nesse programa. Agora, eu tenho a absoluta convicção de que É fácil obrigar marmanjão que recebe o Bolsa Família a trabalhar. O difícil é obrigar marmanjão, dono da Localiza, a faturar os milhões que ele fatura, sem o dinheiro que você enfia nele todo mês, dinheiro do povo pagador de imposto desse país. Difícil é fazer os marmanjão, dono de mineradora, continuar faturando bilhões de... arregaçando com o meio ambiente no nosso estado, sem as licenças ambientais que são compradas e negociadas dentro do seu governo que virou um balcão de negócios agora mantido pelo Mateus Simões, que diziam que o Alckmin era picolé de chuchu, é porque vocês não conhecem o Mateus, está aquém de um chuchu de tão sem graça, sem sal nem açúcar, que é. E mais difícil ainda é fazer os marmanjões dos secretários do seu governo sobreviver do salário, mas sem os 300% de aumento que você deu para eles... E para o seu também... para o seu salário. É, para finalizar, Quero dizer para você, Romeu Zema, o seguinte, lava a sua boca para falar dos beneficiários do Bolsa Família, porque você não sabe o que é ter que ralar para colocar comida na mesa, você não sabe o que essas pessoas passam, os obstáculos que elas têm que superar todos os dias, porque você nunca trabalhou. Você é herdeiro, não sabe o que é... ter que trabalhar para colocar comida na mesa. E, para finalizar, agora sim, nós estamos na semana da Inconfidência Mineira, então eu finalizo a minha fala citando aqui o poema... romanceiro da Inconfidência, da Cecília Meirelles, onde ela diz: "Pelos caminhos do mundo, nenhum destino se perde. Aos grandes sonhos dos homens e a força surda dos vermes". Você, Romeu Zema, é esse verme que, graças a Deus, em outubro, vai ser jogado de volta para o lixo da história de onde você nunca deveria ter saído. Obrigado.
Boa tarde, senhor presidente, senhores deputados, senhoras deputadas. A CCJ adiou a votação do fim da escala 6x1. Eu queria perguntar para esses deputados que pediu... o adiamento... Vocês têm rede social? Vocês saem na rua, vocês conversam com o povo, vocês não estão vendo o clamor popular pelo fim dessa maldita, dessa escala 6 por 1, não? O povo brasileiro não aguenta mais trabalhar, igual os condenados de segunda a sábado. acordando quatro horas da manhã, pegando transporte público lotado, deixando menino em creche, em escola, tendo que ralar igual uns condenados depois de ter um dia na semana só para descansar. O povo não está pedindo a nossa escala aqui não, do 3 por 4... Que a gente trabalha três dias na semana e folga quatro. O povo está pedindo só dois diazinhos de descanso No nosso país não tem juiz que trabalha 6x1, não tem promotor que trabalha 6x1, não tem desembargador, não tem deputado, não tem vereador, não tem prefeito. É só o povo trabalhador, é só quem carrega esse país aqui nas costas. que tem que trabalhar todo dia e não tem direito a descanso. A gente fala tanto quanto a tal da polarização, está aí. Está aí uma chance para a gente romper, superar a polarização. Todo mundo sabe que eu tenho lado, eu sou um deputado de esquerda, eu defendo o presidente Lula. Mas essa pauta não é uma pauta da esquerda Não é uma pauta da direita. Essa é uma pauta do povo brasileiro, é uma pauta do trabalhador. Lá na ponta, lá, tem bolsonarista lá ralando, acordando quatro da manhã, querendo que acabe com essa escala. Tem petista lá na ponta ralando, acordando quatro da manhã. querendo que essa maldita dessa escala Eu sei que aqui dentro tem muita gente que, assim como eu, sabe o que é trabalhar na escala 6x1. Já teve carteira assinada, já foi CLT. Esses eu não tenho dúvida de que vão votar pelo fim da escala. Mas eu sei também que aqui tem herdeiro. Tem gente que nunca precisou trabalhar, tem gente que é aqui o filho do ex-deputado, o sobrinho, o parente não sei de quem, esses muito provavelmente... estão se lixando com o povo. Então quer que o povo se dane, se lasque. Vocês que querem que o povo se dane, se lasque, se vocês não votam pelo povo, se vocês não se doem pelo trabalhador, então votam pelo próprio bolso. Vota para continuar na mamata! para continuar trabalhando três dias na semana e ganhando 46 mil reais por mês. Mas vota, porque quem está nas ruas sabe, o recado é claro. Quem votar contra o fim da escala não volta. Está fora. Recado está dado. Regarde deputado
E antes de ser deputado federal, tenho muito orgulho em dizer que eu sou fruto de um programa de políticas sociais para pessoas carentes. Tenho hoje o orgulho, a emoção, a honra de orientar o voto da rede... da rede de sustentabilidade. pela aprovação da PEC 383 de 2017. sim aos suas sim ao acolhimento às pessoas em situação de vulnerabilidade, nas pessoas em situação de rua, sim à valorização dos profissionais de assistência social. sim, há uma maior estrutura para os CRAs, que estão nesses mais de 5 mil municípios brasileiros, uma situação extremamente precária. sim por um atendimento digno às pessoas que realmente necessitam de um Estado forte que ampara as pessoas mais vulneráveis. A rede de sustentabilidade orienta sim, presidente. Obrigado.
O deputado destacou a importância da CEPLAC para a agricultura e agricultura familiar, ressaltando o papel da sensibilidade e da valorização dos servidores na promoção do desenvolvimento tecnológico e produtivo da lavoura cacaueira no Brasil.
O Deputado declara apoio ao colega Glauber Braga, denuncia perseguições políticas, afirma que não recuará diante do processo de cassação e reafirma críticas ofensivas contra outro parlamentar.
O Deputado defende o investimento público em cultura, critica a hipocrisia de quem questiona o fomento artístico e exalta a luta das mulheres na música.
O Deputado questiona sua suspensão de três meses, alegando que seu comentário sobre ignorar falas alheias não justifica a punição.
O deputado questionou o envolvimento de seu colega na confusão, criticando sua postura de suposta impunidade e desrespeito à Casa, enquanto reafirmou a seriedade do Conselho.
O Deputado acusa um parlamentar de exercer influência indevida sobre o Conselho de Ética, alegando que este antecipou sua cassação.
O Deputado nega que sua fala tenha tumultuado a sessão ou impedido o discurso de outro parlamentar, classificando a acusação como ilógica.
O Deputado afirma ter sido agredido fisicamente após gravar vídeos, justificando sua reação como resposta a provocações e insultos, enquanto nega qualquer interação com outro parlamentar citado.
O Deputado justificou suas ofensas como resposta a agressões verbais e físicas sofridas anteriormente, negando ter revidado a violência física.
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