
Mas acho que por alguma razão aqui agora, talvez pela quantidade de pessoas. É. Deixa eu só eu mexer aqui então, será que é? Deixa eu ver se volta. Peço desculpas mas, eu vou aqui no, vou aqui na, na memória então, só pra concluir então. Então hoje a Petrobras né, na margem Equatorial brasileira, falando então da margem Equatorial brasileira tem 20 e blocos, a gente tem 6 blocos no Amapá, deixa carregando aí, 6 blocos no Amapá, a gente tem 3 blocos na Bacia do Para Maranhão, 7 blocos em Barreirinhas e 5 blocos em Potiguar, tá? Perfuramos já mais de 700 poços nessa região, mas todos focados em águas rasas, agora a gente quer conhecer águas profundas e ultraprofundas, então a Petrobras está falando de blocos em águas profundas e ultraprofundas. O próximo poço no Amapá, é esse que a gente está falando que é o o poço de morfo né, que está lá no nesse bloco chamado de FZAM 59, apesar de se chamar Foz do Amazonas a Bacia, a gente está mais de 500 quilômetros da Bacia da Foz do Amazonas, aqui embaixo, né? Esse poço está a 175 quilômetros da costa, a 2880 metros de lâmina d'água, bem distante da costa, tá? E a gente pra perfurar lá está contando com o aeroporto do Eapoque, com a base logística aérea, e o porto de Belém como base logística marítima, tá? Vamos lá. Pra operar na região, eu estou terminando aqui, a gente tem, a gente montou a maior estrutura de resposta à emergência do país, né, quer dizer isso, né, queria só dizer, pra perfurar poço no Amapá, só pra demonstrar a diligência da empresa ao longo de todo o processo. A gente tem 1 infraestrutura maior do que a gente tem na região sudeste, onde a gente tem centenas de postos produzindo, e 66 plataformas operando, tá? Nesse momento agora, tá? Então a gente tem por exemplo, 12 embarcações, né, a gente propôs, a gente montou 12 embarcações pra resposta à emergência no Amapá, 6 pra contenção e recolhimento de óleos, 6 pra atendimento à fauna. Quando a gente vê na bacia do sudeste hoje, a gente tem na bacia de Campos, gente tem na bacia de Santos, 6 embarcações. Então pra ver que no Amapá, a gente está colocando a infraestrutura, respondendo à questão aqui do presidente Agostinho, 1 infraestrutura de ponta e aqui são fotos aí das embarcações que têm recursos pra contenção de óleo. Aqui as embarcações transformadas em UTI móveis pra atender fauna no caso da gente ter, né no caso da gente ter vazamento de óleo, está bom? Então pra atendimento à fauna, atendimento e resgate. Aqui a estrutura base de fauna, respondendo também à pergunta do Ibama né, a base de fauna que foi montada e que está operacional desde janeiro de 23, pra eventual atendimento à fauna, que a gente não vai ter essa necessidade. Algumas outras fotos da base de Belém. A nova base do Oapoque está sendo construída nesse momento, 1 nova base de fauna pra atendimento. Estruturas que a gente não pretende usar né, elas ficam como seguro, elas são estruturas que ficam lá disponibilizadas pra suportar a nossa operação, mas como eu falei a gente tem tecnologia e a gente tem medidas e barreiras preventivas pra que não tenha nenhum tipo de acidente. Bem, eu vou então concluir, aqui só esse último slide presidente, só pra concluir, né o potencial que a gente tem. Ressuscluir, virtude do combinado. Está certo. Eu até não, não imaginava que ia ter problema na apresentação, mas vamos lá. Em termos de, participação especial, a CNI ela fez simulador socioeconômico para medir isso na margem Equatorial, e se a gente simular, né, se a gente simular a produção que tem na Guiana hoje, né, o que que a gente chega, né? A gente chega a 1, a 2000000 de empregos gerados na margem Equatorial, se a gente tiver 1 descoberta do do montante que vem na Guiana. Mais de 20000000000 em participações especiais todo ano pra região norte do país. 400000000000 em adição do PIB e 25000000000 em acréscimo tributos. Então é recurso muito muito significativo, tá? Que a gente tem que olhar a governança desse desses recursos, né? Eles podem ser em serviços sociais, em saúde, educação, segurança, e podem ser reinvestidos também na floresta em pé, na preservação da floresta e na economia da floresta em pé e até, né, na recuperação de áreas degradadas que eu falei que hoje é o nosso maior desafio em termos de emissões. Então pra finalizar, eu queria só resumir aqui né? A gente sabe que as fontes fósseis elas vão coexistir com as fontes renováveis, numa economia de baixo carbono. Não tem cenário sem petróleo, não tem, petróleo e gás. As novas fronteiras são essenciais pra segurança e soberania energética do nosso país. A margem Equatorial é 1 das nossas últimas fronteiras no país, a gente precisa conhecer o seu potencial. E a Petrobras, ela está comprometida, continua comprometida com a margem Equatorial. Muito obrigada. A apresentação vai ficar disponível, o vídeo para todos que queiram conhecer e divulgar. Tá bom? Muito obrigada.
Então deixa eu só ver se eu consigo se não vou pegar aqui o a minha apresentação eu vou falando aqui é bom fazer o encerramento por causa do tempo
Petrobras tem pela frente novo desafio. A margem Equatorial brasileira. Esta nova fronteira não é apenas novo horizonte de. Petróleo e gás, petróleo e gás, faz o caminho que se abre para garantir a autossuficiência. Se quiser eu posso dar continuidade aqui a apresentação depois a gente passa o vídeo no final. Pode ser? Então vou dar continuidade de apresentação no final de espaço o vídeo, está bom? Então vou começar aqui, é vídeo institucional bem legal que dá panorama bem bem amplo sobre a margem Equatorial com com fotos aí com com a nossa infraestrutura. Não, pode apresentação tem que continuar. Vamos continuar a apresentação. Tem os slides. Isso. Então vamos lá. Eu começo com essa pergunta, se faz sentido explorar o petróleo no contexto de transição para 1 economia de baixo carbono? E quando eu falo de explorar petróleo aqui, eu estou falando de pesquisar petróleo novo, petróleo e gás novo, novas reservas, novas fronteiras. Bem, e aí eu começo aqui afirmando, né já foi falado aqui hoje que as fontes fósseis elas coisas tiram as fontes renováveis numa economia de baixo carbono, né? E por quê? Porque a demanda por energia no mundo, a demanda global por energia ela é crescente. Esse gráfico aqui, ele ilustra exatamente isso, né? O consumo global de energia por fonte energética desde o período préindustrial. Então o que a gente observa, é que toda essa demanda, né, por biomassa, carvão, petróleo, ela é sempre crescente, né? 1 energia, a participação relativa na matriz energética pode mudar, né, 1 1 fonte pode deixar de ser mais protagonista, outras entrarem pra compor matriz energética, como aconteceu o carvão com petróleo. Mas a demanda, ela é crescente no mundo. E por quê? Né? Porque a gente está falando de crescimento populacional, a gente está falando do crescimento do PIB mundial. As grandes, o grande contingente de população mundial, ele está em países, né, ainda subdesenvolvidos, que querem melhorar seu padrão de vida, padrão de vida da sua população. O progresso tecnológico está aí, né, a gente tem dados né que, por exemplo, o consumo de energia no ChatGPT, por exemplo, hoje numa consulta no ChatGPT, consome 10 vezes mais energia do que 1 consulta no Google convencional. Então a projeção é de mais demanda pra energia. Por isso as fontes fósseis elas são essenciais pra segurança e soberania energética nos países, inclusive no Brasil. E aí é o seguinte né? O petróleo não é só energia, ele também é matériaprima pra milhares de produtos e bens que a gente consome hoje na sociedade moderna, né? Então assim de 20 a 25 por 100 da demanda por petróleo, é pra insumo pra matériaprima petroquímica. Então a indústria farmacêutica, a indústria têxtil, a indústria de saúde. Quando a gente vai fazer procedimento no hospital, diversos instrumentos, diversos equipamentos e materiais são feitos com petróleo, né o petróleo está aí, tudo tem petróleo, nessa mesa aqui tem petróleo, no óculos que a gente está usando, na chupeta do bebê. Então assim, só pela questão de de ser 1 matériaprima petroquímica relevante para a sociedade moderna e contemporânea, a gente já precisaria de ampliar a demanda por petróleo, e por isso que a gente precisa buscar petróleo, né? Petróleo é recurso não renovável, né. A segurança energética dita rumos, isso é ponto bastante importante também. O que que a gente observa como deflagrou a guerra da Rússia com a Ucrânia, né, infelizmente essa guerra, mas o que que a gente observa? Primeiro, 1 crise energética na Europa sem precedentes, que fez o preço do gás subir muito, 1 inflação grande, 1 impopularidade que gerou pra vários governos europeus. E a gente viu 2 consequências principais, né? Reacender a indústria do carvão no mundo, E a ampliação também, dos investimentos em óleo e gás. Então a gente vê aqui por exemplo, o Reino Unido concedendo centenas de licença pra busca de petróleo novo, no Mar do Norte. A gente viu o Biden concedendo licença pra busca de petróleo, perfuração de poço pra avaliação de de petróleo no no Alasca. A gente vê a Noruega e com investimentos recordes na indústria de oligás, o Mar do Norte e a Noruega, em 2023, em 2024. Então é o que eu sempre falo, né, a segurança energética ela é prioridade. Quando falta energia, o mundo para, né? E, vou passar rapidinho aqui, atividade exploratória no mundo, né, ou seja, que exploratória entendase como pesquisa e busca por novo petróleo. Será que só no Brasil que a gente está buscando petróleo? Como é que estão as empresas europeias, né, as empresas americanas, coreanas? Vamos olhar aqui rapidamente para o quintal do vizinho, para a Guiana, Suriname e a Colômbia. A gente observa 1 intensa atividade exploratória nessa região, tá? Então com descobertas recentes da Exon, né na Guiana. A Exon inclusive já produz mais de 600000 barris por dia na Guiana hoje né com 3 plataformas. A próxima plataforma está encomendada pro ano que vem. A a canadense Syjax com descoberta recente, a Hess, que é 1 empresa americana, foi comprada recentemente pela Shevron, também com descoberta recente. No Suriname Petronas, que é a maior petroleira da Coreia do Sul, né sulcoreana, com descoberta recente total, francesa e a Petrobras também na Colômbia né, fizemos 2 descobertas bastante relevantes em termos de gás na Colômbia recentemente agora em de 2022 pra cá. Vamos pro sul da África, Namíbia e África do Sul. Tem descoberta sendo feita, tem por 100 perfurado, tem óleo sendo descoberta agora? Tem, né. A gente observa a descoberta recente da Shell, da Total, da Galp portuguesa, né. Empresa canadense também África Noil, quer dizer, tanto na Namíbia quanto na África do Sul. Ah mas vamos ver, na costa oeste da África, é aquela que tem similaridade geológica com a margem Equatorial aqui no Brasil. A gente tem descoberta? Também, recente, estou falando descoberta recente, de 2, 3 anos pra cá. A gente tem, né, a gente vê também despontando 1 nova fronteira exploratória nessa região. Inclusive a Petrobras agora se associava a Shell, em alguns blocos aqui em São Tomé e Príncipe, na África, e também com a Total na África do Sul. Então Total, Shell Iena italiana, empresa italiana, então a gente vê bastante as europeias ali, na costa da África. Vamos para o sudeste da Ásia? Será que tem alguém perfurando petróleo e fazendo descoberta no mar da China, no mar da Indonésia, no mar da Malásia? Também. A gente observa especialmente a sulcoreana né, a Earthon, a INAI, né, a Petronas, com descoberta recente. Mar do Norte, temos descoberta? Também, né? Como eu falei, os 2 últimos anos foram de investimentos recordes em óleo e gás no Mar do Norte e na Noruega. Né então a gente vê descoberta recente da Knore, e da Total no Mar do Norte, bem recente. Golfo do México também, aqui no Golfo do México o Chell e DP são as maiores, mas a gente vê também ali Total com descoberta Iena italiana, a Chell. E vamos falar do Brasil rapidamente. A gente tem descoberta também, mas muito concentrada no sudeste, né, na onde a gente pesquisa hoje ainda, é no sudeste. Então a gente teve descoberta em 2022, na bacia de Campos, altos Cabo Frio Central. Em 2023, descoberta no campo de aran, em que a gente está dando continuidade a campanha exploratória agora esse ano ano que vem. E recentemente a gente fez, perfurou 2 postos na bacia Potiguar, e fizemos descobertas que ainda estão sendo avaliadas o seu potencial, né? Ok, mundo todo pesquisando, procurando petróleo. E o Brasil, como é que se situa nesse contexto, né? O Brasil, como já foi falado aqui hoje, se a gente não incorporar novas reservas na na nossa na nossa matriz, a gente vai se tornar importador de petróleo, pelos nosso cálculos aqui, entre 2032 e 2036, tá? Essas barrinhas cinzas e vermelhas é a projeção da curva de produção de óleo no país, na sua Petrobras é o país, considerando o óleo que está hoje sendo produzido ou que está em desenvolvimento para produção, tá? E a linha azul é a linha projetada da demanda de petróleo. Então a barrinha barrinhas oferta, linha azul demanda, né, de petróleo e milhões de barrinhas por dia. Então o que acontece? Se a gente não incorporar novos reservas, já observa ali pelo gráfico, que a partir de 2036 a gente começa a se tornar importador, 2040 já importa mais de milhão de barris por dia, lá em 2050, pelas posições a gente vai estar importando 2.5 milhões de barris por dia para atender à demanda brasileira, né, não estou nem falando de exportação pra atender à demanda nacional. Então as novas fronteiras são essenciais pra nossa autossuficiência, porque importar petróleo significa fragilizar a nossa balança comercial, exportar divisas, né, exportar emprego, exportar renda, e ainda ter que importar petróleo que emite mais carbono, né? A gente sabe que a Petrobras é 1 empresa que vem conquistando ao longo do tempo 1 eficiência muito grande na produção, no desenvolvimento da produção de petróleo e gás. Então o nosso petróleo, pra vocês terem 1 ideia, a média no mundo, né, o do petróleo do mundo emite 20 a 22 quilos de CODs equivalente por barril de petróleo produzido. Na Petrobras hoje, nos campos do présal, né, a emissão de barril está entre 8 e 9 quilos de CO 2, quer dizer, muito menos que a metade. Tem plataforma nossa como a P 7 por exemplo, no campus de Itapu, que emite 5 quilos, né, de CO 2 por barril produzido. Então assim a gente pode dizer que a gente tem eficiência em termos de emissões, isso é importante considerar né? E a matriz energética brasileira, né? A nossa matriz energética 50 por 100 hoje, né a gente pode dizer que a nossa matriz energética ela é renovável, né? E quando a gente vai olhar o mundo, que é importante a gente ter, por que que eu trago aqui dados né, pra gente sempre se comparar, né? A gente não pode pegar a receita de bolo lá da Europa e trazer pra cá, a gente precisa adaptar, né? A gente pode aproveitar o que é bom, mas a gente precisa adaptar também e reconhecer tudo o que a gente alcançou até hoje aqui no país, né. Então quando a gente fala da de toda, quando eu falo que a Petrobras ela é líder em perfuração, exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas, a gente está falando de 1 empresa brasileira, né, formada de brasileiros, inteligência brasileira, né? A quarta maior produtora de petróleo do mundo, em que a gente só vê americanas e europeias ali, se a gente for pegar as 10 maiores, a gente vê a primeira Axon, a Shevron, a Shell que está para para e passo com a Petrobras, e a gente vê a Petrobras 1 empresa brasileira que nos orgulha muito, né? Então se a gente pode fazer, se a gente consegue fazer, com segurança e com respeito, né, à região norte, ao Brasil e aos brasileiros, a gente tem que fazer né? Então só para dizer que a nossa matriz energética hoje nos coloca numa posição muito favorável nessa trajetória de 1 economia de baixo carbono. Porque a gente já tem né, se vê o mundo 14 por 100, até voltar pouquinho, o mundo 14 por 100 de matriz renovável, se pegar os Estados Unidos, 11 por 100, a China 16 por 100, a União Europeia 19 por 100. Se a gente pegar matriz elétrica no Brasil, considero matriz elétrica, o Brasil é mais de 90 por 100 renovável. Matriz transporte, o Brasil é 23 por 100 renovável, o mundo não chega a 10 por 100 hoje, graças a 1 política, né, que foi desenvolvido no nosso país, de privilegiar o etanol, os biocombustíveis, então isso precisa ser reconhecido, isso precisa ser colocado na balança. Em termos de emissões, então de CO 2, então falando de emissões que a gente sempre gosta de de ressaltar que o padrão de emissões do Brasil é muito diferente do que acontece no mundo, do que acontece nos Estados Unidos e do que acontece na Europa. Né no mundo, a gente vê ali a barrinha da direita, 75 por 100 das emissões são sim provenientes do uso da queima do de combustíveis posses. No Brasil, isso é menos de 20 por 100, ali é 18 por 100, tá? No Brasil qual é o grande ofensor que a gente tem? É o que a gente chama de alteração do uso do solo. Ali verdinho claro, é o desmatamento, são as queimadas, né, que é 1 emissão digamos assim, improdutiva, não agrega nada no PIB, não agrega emprego, né, é 1 emissão totalmente ilegal, né? E que degrada a nossa biodiversidade, né? Então a oportunidade e a responsabilidade que a gente tem. Quando a gente está falando de produzir petróleo, e os impactos que podem ter vazamento à fauna, né, Pense nos impactos que têm as queimadas pra fauna, né? A gente vê que está vendo aí esse ano então assim, é importante a gente ponderar esse tipo de coisa. Em relação às emissões de fósseis, aí falando só de fósseis, né, o Brasil no mundo, ele representa ali em verdinho, por 100 das emissões de fósseis do mundo, né? 30 vezes menos que a China, 13 vezes menos que o Estados Unidos, né? Então se a gente hoje parar de produzir e consumir petróleo no país, em termos de emissões no planeta, o que que isso significa? Né? Em termos de redução de emissões, significa nada, porque é menos de por 100, é 0.9 por 100, né? Então a gente sempre gosta de de reforçar que o Brasil está muito bem posicionado nessa trajetória para 1 economia de baixo carbono. Mas em termos das questões sociais no nosso país, a gente ainda está falando de país que tem consumo per capita de energia muito baixo, né? A gente ocupa 1 posição muito desfavorável. Está lá o Brasil vermelhinho. Quando a gente olha esse indicador, né, de consumo de energia por pessoa por ano. Né, atrás por exemplo de países como a Argentina, como o Chile. O Chile consome 44 por 100 a mais de energia per capita do que brasileiro. Então o o chileno consome 44 por 100 mais de energia do que brasileiro, né? E a gente sabe que esse consumo além de ser baixo no Brasil, ele é totalmente extremamente desigual, né? Quando a gente fala da região norte do país, com certeza tem desbalanço, 1 diferença muito grande pra região sudeste, região sul. E a gente sabe que tem 1 correlação muito importante em relação a desenvolvimento econômico e social de país, e consumo de energia, né? É 1 variável diretamente proporcional. Então eu gosto sempre de frisar, né, que o Brasil tem desafios diferentes de outros países, né? E as novas reservas são sim, importantes e estratégicas para o país. A busca e a descoberta de petróleo e gás novo é estratégico para o nosso país, tá? E a margem Equatorial nesse contexto? A margem Equatorial nesse contexto é na nossa próxima fronteira exploratória. Eu gosto de trazer o que está acontecendo sempre assim no quintal do vizinho. Ai. Será que vai mais rápido por aí? E não, passa, volta por favor. É no cantinho aqui, na setinha. É são os mapas. É esse aí, pode pode culpar. O que a gente observa na margem Equatorial sulamericana de 2015 para cá, eu espero que o slide carregue vamos ver. Mas o que a gente vê, da Colômbia, ali até a Guiana, até a Guiana Francesa, é 1 intensa atividade exploratória. Centenas de postos, estou falando de 2015 pra cá, tá? Centenas de postos foram perfurados. Quase 1 centena de descobertas, como a gente falou, a Guiana já produz petróleo na região, né? Colômbia também offshore. E no Brasil de 2015 pra cá a gente perfurou 3 poços, e fez 3 descobertas. Então assim o contraste ele é muito grande, quando a gente observa, essa diferença né? Só para a gente saber que na, e também não é poço que vai resolver o nosso problema. Na Guiana foram perfurados 56 poços até achar a mega reserva que hoje está produzindo, então a gente precisa pesquisar, a gente precisa entender a dinâmica da nossa margem Equatorial brasileira, tá? Hoje eu já vou adiantando aqui porque a imagem está, hoje a gente tem, 60 empresas, 60 companhias atuando no Guiana e na Suriname. A gente tem 11000000000 de barris de volume recuperável, já identificados na Guiana. Só para vocês terem 1 ideia, o volume né, as reservas da Petrobras hoje estão em torno de 12000000000 de barris. A Guiana, a Petrobras tem 70 anos. A Guiana, de 2015 pra cá já tem 11000000000, né? É 1 produção na Guiana hoje de 60 e 65000 barris por dia com a projeção em 2032 de 0.8 milhões de barris. Eles estavam até comemorando agora que atingiram a meta de produção né esse ano, de meio milhão de barris produzidos em aguiano, tá? Deixa eu saber se a gente consegue passar eu já falei Daniela, você tem os royalties.
Então gostaria aqui de iniciar cumprimentando o deputado Júnior Ferrari, em nome dele cumprimentar todas as autoridades que estão nessa casa hoje, e todos os demais que estão nos acompanhando aqui presencialmente e também de forma remota. Eu sou Daniele Lomba, sou empregada da Petrobras há 23 anos. Há 16 anos eu trabalho com licenciamento ambiental e meio ambiente na empresa. Estou aqui acompanhada do gerente executivo, da da área de exploração da Petrobras Nilton Pessoa. Eu busquei prazer aqui, vou fazer 1 apresentação aqui inicial, vídeo institucional da Petrobras sobre margem Equatorial, e depois eu vou dar continuidade com 1 apresentação que tem bastante dados, né nosso objetivo aqui foi trazer, muitos dados e fatos pra gente poder fazer debate qualificado né, porque é importante que a gente tenha informações de qualidade para esse debate. Então vou falar pouco sobre a margem Equatorial, no contexto da diversificação e da segurança energética brasileira. Só colocar lá, o vídeo está aí. Não consegui. Deixa eu ver se eu consigo passar aqui. Está está salvando o computador? A equipe técnica já está providenciando, eu queria aproveitar deputado Raimundo Santos está no seu lado. O vereador
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.